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Me acabando de dar o rabo guloso

  • 22 de fevereiro de 2019
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Acordei doida pra dar. Sem ninguém em vista, pulei da cama 5 horas. Liguei o computador e fui para o bate papo. Entrei numa sala de sexo para interessados em travecas. Tinha uns 10 caras lá. Disse de onde era e o que queria (dar o cu rápido!) e logo apareceu um cara interessado. Perguntou como eu era e propus a ele me ver na câmara. Topou e logo estava me mostrando pra ele. Eu estava só de calcinha então foi fácil para ele conferir o que eu tinha pra ele. Conferiu e soltou bem alto um:

– Caralho!

Ri com o grito dele. O que fiz pra ele xingar? Mostrei minha cara e logo depois fiquei de joelhos na cadeira e botei minha bunda pra rebolar em frente da câmara.

Perguntou onde eu estava, eu disse. Logo ele quis saber se podia vir aqui em casa. Antes de dizer sim precisava ver como ele era.

– Vai depender. Você pode mostrar como você é?

– Você gosta de coroa? Eu tenho mais de 50, mas continuo adorando cuzinho. Mas eu só como, tá? Eu não dou o meu não, tá?

– Tá. Mas posso te ver e ver a sua vara?

– Não é muito grande não… você deve gostar de grande, né?

– Gosto mais é de grossa! Bem grossa!

– Vou te mostrar.

Dito isso ele ligou a câmara e eu primeiro vi a careca e a cara dele. Não era feio. Logo depois ficou em pé e me mostrou a vara. Era de média pra grande, mas bem grossa. Uma cabeça vermelha bem redonda, tipo cogumelo. Boa de mamar e encaixar no rabinho! Perguntei se ele morava sozinho e ele disse que morava com a mãe, que era aposentado e tinha se divorciado e cuidava da mãe bem velhinha. Como eu insisti ele andou até o quarto da mãe e me mostrou ela dormindo pela câmara. Quando vi que não tinha perigo, liberei minha casa para ele vir e acertei o preço do programa.

Expliquei direitinho onde era e que era para ele chegar pelos fundos com o carro e entrar sem bater porque o portão ia ficar aberto. Disse que ia tomar viagra pra garantir e que dentro de meia hora ia estar aqui. Depois disso veio o golpe:

– Tem dois amigos meus que sempre saem comigo para caçar vagabundas. A gente gosta de dividir as vadias! Você topa se eu levar os dois ou pelo menos um? Tem a minha idade e são casados os dois.

Fiquei excitada com a ideia de dar pros três ao mesmo tempo, mas não demonstrei. Enchi ele de pergunta sobre os amigos e depois liberei quase triplicando o preço do programa. Tudo acertado fui me arrumar pra ser o prato principal do café da manhã dos três titios!

Tomei um bom banho, passei um óleo bem cheiroso e vesti uma fantasia que adoro que é a de uma estudantezinha bem puta. Salto alto e uma senhora tanguinha e por cima da tanga uma sainha minúscula. Em cima uma peça para os seios totalmente transparente e uma blusinha antiga de escola de normalista, bem minúscula e sem as mangas.

Aproveitei para arrumar o ambiente: um quarto médio com uma cama gigante, e um armário. Cozinha minúscula e banheiro grande. Minha casa fica na parte de trás da casa da minha família. Sua frente é para uma rua sem saída super deserta. Os machos chegam por ali e entram sem ser vistos. Vou recebê-los no quintal as vezes quase nua.

Quando deu 7:30h ouvi o portão abrir. Levantei da cama e fui para fora na direção do portão. Os três entraram. O que falou comigo era menor do que eu esperava que fosse. Um outro era grande e tinha o cabelo todo grisalho e o terceiro devia ser mais novo e tinha um porte bem atlético e se vestia melhor que os outros dois.

– Oi meninos! Vocês custaram! Estava doida de esperar! Vamos entrar, vamos

O que falou comigo na net disse para os outros dois assim que eu virei para entrar na casa:

– Olha só que bunda! Eu falei que era boa pra caralho! Hoje eu me acabo de tanto comer cu!

Enquanto falava isso o grandão meteu a mão no meu rabo enquanto eu andava:

– Calma meninos! Tem pra todos vocês! Calma!

Entrei e os três logo atrás. O ultimo fechou a porta e passou a chave. Os únicos barulhos eram da televisão passando bem baixinho um filme com uma traveca sendo enrabada e o ar condicionado. Estava muito frio o quarto e eu logo disse:

– Vamos lá meus amores? Sou toda dos três! Como vocês vão fazer?

Nem terminei de dizer isso e o grandão já me botou sentada no colo. Senti a jeba me espetando o cuzinho e parecia bem grande pelo volume! O coroa com quem eu já conversara imediatamente protestou:

– Assim não vale! Eu arranjo a puta e você vai pegar primeiro! Deixa ela aí pra mim, porra!

Antes que virasse briga eu interferi:

– Vamos fazer assim: vocês tiram a roupa, sentam na cabeceira da cama com as pernas abertas um ao lado do outro e eu vou mamar as varas dos três ao mesmo tempo. Depois eu sento na que ficar mais dura e vou tocando as outras duas. Que tal?

Nem terminei de falar os três já estavam pelados e sentados na cama. Fiquei de quatro e fui engatinhando na direção dos tios. Abocanhei o do meio enquanto coloquei a mão nas outras duas pikas. Ia subindo e descendo no mesmo ritmo com a boca e com as mãos. Devagar e depois rápido. De quatro na cama eu rebolava e gemia baixinho pro delírio dos titios. Depois de um tempo tirei a boca da pika central e meti a piroca da direita na boca enquanto punhetava o do centro. O da esquerda era o mais novo e era o que tinha a maior piroca. Depois da brincadeira com esses dois mais velhos parti pra ele e meti tudo na boca sem punhetar nenhuma outra. Um deles se levantou e foi pra trás de mim. Me arrebitei rebolando e ele levantou a sainha e afastou a tanguinha. Mexeu na minha bunda e logo em seguida abriu meu olhinho e meteu a língua lá dentro. ADOREI! O outro só me olhava rebolar alisando o próprio cacete. Eu estava ótima! Toda aberta, tremendo de tesão, com o olhinho piscando e gemendo bem baixinho! O que mais queria era sentar e quicar numa jeba dura, duríssima! Não demorou muito para acontecer. O grandão que é quem estava alisando a pika e me olhando chegou junto e sentou na poltrona de frente da cama, passou gel na cabeça do pau e me chamou:

– Senta aqui cachorra! Abre esse cu e encaixa ele aqui na cabeça do meu pau agora, vaca! Traveca gostosa do caralho!

Olhei e não aguentei. Fiquei de pé, afastei a tanga e sentei de uma vez só! O cacete escorregou todo pra dentro. Senti tudo entrando e comecei a ganir igual cachorra no cio! O coroa da net veio pro meu lado e enfiou a pika na minha boca. O outro da pika enorme veio e fez o mesmo. Peguei as varas e fui me revezando nelas. Enquanto isso o de baixo segurava minha cintura e me forçava pra cima e pra baixo:

– Quica puta! Quica nesse caralho vai! Vou te arrombar toda vadia. Se depender de mim tu sai dessa foda toda ardida, vaca! Piranha do cacete de boa!

– Soca tio, soca no olhinho da vadia, da piranha safada! Gosta de cuzinho de piranha, né, titio? Adoro dar o cu, adoro darrrrrrrrrrr!!!!!!!!!!!!!!!!

– Quica puta vadia do cacete! Senta forte na minha piroca dura!

– Parece que tem uma pedra dentro do meu cu! Tá muito dura tio! Aiiiiiiiii!!!!!!

O quarto tinha virado o céu pra mim! Pra todo lado que olhava via pau. Pra facilitar o negócio os dois que estavam sendo mamados resolveram ajudar o colega que metia e um deles segurou embaixo dos meus braços me deixando suspensa pra pika poder entrar mais fácil. Deu certo. O metedor passou a socar sem dó no meu olhinho guloso. Eu só gemia:

– Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai!, Ai!Ai!Ai! Soca nesse cuzinho vai

De repente sem avisar o que estava me segurando pelos braços me tirou do cacete e me botou de quatro na cama. Pediu pra eu rebolar e afastou a tanga melando meu cuzinho com gel. Sem falar nada encostou a cabeça na entrada e jogou o peso todo na minha bunda. O caralho entrou até o talo e eu dei um grito forte porque não estava esperando aquilo! A cama mexeu toda e os outros dois riram muito. Logo depois me puxou pela cintura e passou a bombar muito forte. Esse era o coroa careca da net. A vara dele era muito grossa e estava tão dura quanto a de antes. De quatro eu tentava rebolar, mas a surra de pika era demais. Eu só gemia até sentir uma língua entrando na minha boca. Era o cara maior me beijando. Ficamos assim um tempão. O coroa enfiando comigo de quatro e os dois se revezando na minha boca. As vezes beijando as vezes me fazendo engolir a pika. O mais novo curtia muito foder minha boca. Botava o caralho nela e fazia de conta que era uma boceta ou um cu. Ia me fodendo a boca enquanto eu lambia como dava a jeba enorme dele. Todos tinha tomado viagra. Os paus estavam duros como pedra.

Pra finalizar essa primeira parte da manhã, o mais novo me colocou em cima da cama em pé e pediu para eu dançar um funk. Botou a música e eu fui dançando. Pediram pra eu tirar a calcinha devagar. Fui dançando e tirando bem saxana. Depois pediram pra eu tirar a blusinha da escola e a parte de cima e deixar os peitos livres. Fiz isso e fiquei nuazinha vindo até o chão e rebolando. Meu pau começou a crescer e o mais novo gostou da ideia. Me derrubou na cama e meteu a boca no meu pau. Mamou um tempo e depois me abriu igual franga assada e meteu fundo no meu cu. Toda pelada, eu só ouvia os elogios dos três:

– Melhor que mulher essa puta!

– A vadia não tem uma estria e topa tudo!

– Vou comer cu o dia todo!

Assim terminou nosso início de manhã. Mas o dia foi longo….. depois conto mais

Quer comer cu? Eu dou

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