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Comendo a Prima gostosa do interior

  • 25 de dezembro de 2018
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Convivi pouco com minha prima Brenda na infância e adolescência, mas conhecia bem meus tios (pais dela). A diferença de idade era de pouco mais de sete anos, sendo eu mais velho. Meus parentes moram quase na divisa de Minas com Goiás e a cidade não era provida de muitos recursos o que minava a intenção dos jovens em cursar faculdade, pois acabavam tendo de tentar a sorte longe de casa. A cidadezinha era calma e todos se conheciam como toda cidade pequena tipicamente mineira.

Ao completar 20 anos, Brenda tomou a decisão que iria fazer faculdade e seus pais deram total apoio. E ela decidiu cursar a faculdade aqui em Belo Horizonte. Levei susto enorme ao atender a ligação de meus tios e me perguntarem se concordaria em deixar minha prima ficar no meu apartamento durante os meses de aula, pois bancar aluguel fugia a realidade financeira deles ou mesmo até Brenda conseguir se estabilizar na capital das Gerais.

Não podia me recusar em ajudar, mas não faltou vontade já que teria de mudar meus hábitos e perderia minha liberdade ao hospedar minha prima. Talvez um pouco de companhia não fosse de todo ruim, já que passava maior parte do tempo trabalhando e no pouco tempo no apartamento me dedicava aos livros ou cursos diversos.


Eu não via Brenda pessoalmente há pelo menos 07 anos ou mais, dai minha surpresa ao conversarmos pelo zap e trocarmos fotos e combinarmos detalhes da vinda dela. As poucas fotos que me lembrava dela era bem mais nova e em nada se podia prever que se transformaria em uma bela morena de olhos castanhos cor de mel.

Ao buscá-la na rodoviária fiquei surpreso ao estar diante de uma garota bem desenvolvida. Ela era pouco mais baixa que eu, mas devido aos encantos parecia mais alta, por causa dos quadris largos, e uns seios bem definidos para a sua idade. Os cabelos cacheados na altura dos ombros a deixavam naturalmente bela e bem formosa.

– Oi, Brenda, seja bem-vinda a BH!

– Olá, primo… Obrigada!

– Teve boa viagem?

– Cansativa… Primeira vez que viajo pra tão longe… nunca senti tanto medo de estrada! – ela revelou meio envergonhada.

– Você trouxe muita bagagem? Pergunto olhando pra mochila dela

– Além da mochila umas três malas médias, pois literalmente me mudei pra cá. Responde ela me olhando enquanto caminhamos para o bagageiro do ônibus

– Após sairmos daqui paramos pra você comer algo e vamos direto para o apartamento e você descansa da viagem. Proponho e ela balança a cabeça concordando.

Paramos em uma churrascaria e, após os pedidos, aproveitei para iniciar um conversa com Brenda.

– Então, prima… como foi morar no interior?… ansiosa por começar a faculdade?

– Vida foi tranquila, mas sem futuro lá… sobre a faculdade… confesso que estou nervosa!

Seguimos conversando assuntos diversos e notei o quanto ela simpática e em poucos minutos estávamos rindo ao lembrarmo-nos de coisas o passado. Brenda ao falar algo, me olhava fixo nos olhos. Ela ficava em alguns momentos vermelha de vergonha ao encarar meu olhar sobre ela, não era pra ser assim, pois mulher bonita estava sempre acostumada a ser observada.

– Fica tranquila que pretendo tirar tempo pra te ajudar no que for preciso até você se acostumar com a cidade, não se preocupe… vai dar certo… sua vida mudou pra melhor e da faculdade nunca se esquece! – Tranquilizei-a

– Torcendo pra ter feito a escolha certa, primo! – Ela já estava mais solta e sorrindo.

Chegamos ao meu apartamento com tempo chuvoso e muitos raios. Subi com duas malas e mostrei pra Brenda o quarto dela e enquanto ela se ajeitava desci pra pegar a outra mala no carro.

Deixei a mala no quarto dela e puxei a porta para que ela tivesse um pouco de privacidade…

– Primo… gostaria de tomar um banho… só que não trouxe toalha. Confessa ela me olhando sem graça e meio tímida. A verdade é que há muito tempo não compro roupa pra mim e terei de comprar até calcinha nova.

– Tudo bem! Hoje você descansa e amanhã te levo para olhamos roupa no geral… pode pegar toalha no meu guarda roupa e fique a vontade sobre o que vestir… não precisa ter receio de mim… como se estivesse em sua casa! – Após tudo que a falei me agradece com um beijo no rosto. E após passar no meu quarto foi pro banho, com blusinha sem manga e short curto na mão.

Meu apartamento tinha dois banheiros e enquanto Brenda tomava banho de hóspedes eu fui pro meu quarto para uma duchada também. Minha mente me fez relembrar o quanto Brenda estava bonita e cheia de encantos.

Do nada meu cacete ficou duro ao me lembrar de Brenda passando a mão na virilha de leve. O tesão se apossou de mim.

A punheta em homenagem a minha prima foi inevitável, pois meu cacete estava muito duro e não dava sinal sem uma boa gozada. Imaginar minha prima gemendo e rebolando a buceta no meu pau me fez gozar forte.

Mudei a ducha pra temperatura mais fria e a serenidade tomou conta de mim.

Vesti uma bermuda e camiseta e fui pra sala e notei que a Brenda ainda estava no banho. Joguei-me no sofá e liguei a televisão e fui mudando os canais até encontrar algo de interessante. Passado uns 20 minutos Brenda surge na sala. Meus olhos se arregalaram, pois Brenda estava a minha frente com um cheiro silvestre me inebriando. Ela usava uma camiseta e, difícil acreditar se haveria algo mais, por baixo.

Cheguei a arrepiar em meio aos meus pensamentos e sacudi a cabeça em busca de serenidade. Parecendo gostar do impacto que causou em mim, me perguntou o que estava assistindo. Já tinha fixo em minha mente que era perigoso ter Brenda perto, pois além de bonita tinha um corpo estonteante! Ela mexendo com a unha se jogou no outro sofá e a camiseta moldou o bico dos seios e devido a posição a camiseta subiu acima da metade das coxas, mostrando a calcinha branca de renda.

– Teve bom banho Brenda? Você vai estranhar o clima aqui, mas se acostumará em pouco tempo – comentei, pra mudar o clima de sedução, pois ela estava muito sensual e o cheiro me excitando cada vez mais.

– Desculpa minha roupa! O short mais parecia baby doll e não achei legal ficar só de camisola perto de você… – ela se desculpou rindo. – Posso ficar assim mesmo? – ela pergunta me olhando fixamente.

– Claro… Fique a vontade! – respondo. – Tentando achar filme ou série o que você gosta de assistir na TV antes de dormir?

– Que bom Wilson… vou buscar água… você aceita?

– Aceito! – respondo e ela sai andando movendo o belo quadril. Meus olhos já tinham catalogado cada parte daquele belo corpo tesudo.

Brenda retorna da cozinha com os copos com água. Entregou-me o meu e se jogou no tapete ao meu lado. O cheiro silvestre de mulher chegou ao nariz e não consegui conter minha ereção.

Olhei na direção dela e fiquei com muito tesão. A camiseta tinha encolhido de tal forma que a calcinha estava à mostra revelando a buceta lisa, sem falar que dava pra notar os seios durinhos e os mamilos claros.

Brenda estava muito sensual e isso me despertou os mais profundos desejos. A sensualidade dela era algo natural sem ser vulgar e com isso me seduziu sem uma palavra sequer de conotação sexual. Mudei de posição pra esconder minha ereção. O receio de minha prima notar o volume era crescente. Ela estava deitada de costa pra mim e parecia fixada na série e tecendo comentários sobre o enredo.

Do nada ela começou a mover as pernas encolhendo e esticando as pernas de forma alternada e a calcinha ia moldando a bela e cheirosa buceta a menos de 1 metro de meus olhos, não tinha como prestar atenção na televisão, pois ao meu lado estava uma mulher deliciosa. A ereção já estava tão forte que meu pau começava a doer de tão duro, minha mente já tinha fantasiado 1001 formas de foder a minha prima em poucos minutos. De repente o destino começou a conspirar de forma mais efetiva.

– Primo… começou a esfriar… poso pegar cobertor? – ela pergunta me olhando

– Os cobertores estão na lavanderia e acho que só tem umas mantas… Pelo jeito vou te aquecer esta noite! – falei brincando. Esperava receber uma bronca ou a famosa cortada, mas aconteceu o oposto.

– Primo você é muito atirado… – ela solta a frase e acaricia minha perna. Não me fiz de rogado e aproveito o momento pra retribuir.

– Te esquentar um pouco… – falei me jogando, por traz dela e a envolvendo entre meus braços e a puxei de forma a ficar colada em mim.

– Grata primo… estava me congelando… bem melhor agora! – ela voltou a olhar fixo pra televisão, mesmo ela notando que eu estava excitado não demonstrava intenção de se afastar do meu corpo. A sensação daquela bunda colada no meu pau era ótima e aquele cheiro foi me seduzindo cada vez mais.

Após mais de 20 minutos na mesma posição começou uma cena de sensualidade na serie e Brenda ao se mexer acabou com meu pau roçando entre as pernas, pois eu estava sem cueca e a bermuda era de malha fina, criei coragem e comecei a massagear a nuca e pescoço de Brenda. Pelos arrepios dela já tinha certeza sobre ela notado minha ereção, meu pau estava muito grande e grosso e não dava pra esconder. Acariciava suavemente a nuca e pescoço de Brenda.

– Você tem uma pele gostosa de tocar prima. Elogio

– Você é muito carinhoso primo… há muito tempo não sei o que é isso – ela sorri ao confessar.

– Falo sério! Reforço e começo a acariciar uma das coxas de Brenda.

– Que serie é essa? Muito sugestiva – Brenda não se afasta e nem retira minha apenas ficar assistindo e curtindo meu carinho.

– Ainda com frio prima? Pergunto junto ao ouvido dela e ao mover meu braço notei o quanto os mamilos dela estavam pontudos revelando o tesão.

– Um pouco! Ela responde com voz rouca

– Te aquecer melhor então. E começo a acariciar de forma discreta a barriga e as pernas de Brenda, mas evitando partes intimas e os seios.

– Se você abusar de mim conto pros meus pais! – Solta ela e rimos juntos. A cabeça do meu pau já estava molhada e o tesão a mil. Minhas mãos começaram a percorrer o belo corpo em dois pontos ao mesmo tempo e Brenda soltava suspiros sem desviar os olhos da cena da serie onde um casal estava em um jardim, segui com as caricias.

– Safadooooooo!!! – Sussurrou e ao mesmo tempo gemendo mais do que falou ao sentir minha mão acariciando a virilha. A calcinha estava ensopada.

– Ama carinho ousado neh safada? – pergunto junto ao ouvido dela.

– S-s-s-sim…! Confessa ela apalpando meu pau

– Continuo a exploração em você toda? – Pergunto mordiscando o pescoço aveludado dela.

– Desde que fiquei sabendo do quanto você sabe dar prazer eu não de te desejar. Sei do que fez na mata (Ler o conto Safadeza na mata, Origem do Lenhador) com as quatro safadas… uma delas é minha amiga e me contou tudo. Esse apelido de Lenhador mexe comigo, mas vai com calma, pois só transei uma vez até hoje e estou praticamente virgem, tá? – ela fecha os olhos e se entrega totalmente ao momento. Ela falando e eu bolinando a buceta por cima da calcinha com meus dedos grandes, os lábios da buceta estavam inchados e sedentos de um bom oral. A calcinha dela estava toda melada. Nesse momento a puxo e a beijo ardentemente no pescoço e minhas mãos saem em busca dos seios para uma caricia mais ousada e saio percorrendo o belo corpo com muitos beijinhos.

– Nosssaaaaaa… Você vai-me enlouquecer… – ela já estava em chamas e os olhos cheios de tesão.

– Deseja que eu pare? Pergunto pousando os beijos e caricias intimas

– Continue Lenhador… Se você parar eu não teria paz e até rolar transa e ficaria pensando em como seria! Murmura ela abrindo as pernas

– O que anda pensando, linda priminha? Pergunto arrancando a calcinha de Brenda

– Em ser bem comida, por você… sei lá quero me sentir realizada! – ela confessa meio tímida.

– Apenas curta e sinta muito prazer… você dita o limite. Ok? – Proponho pra deixar ela a vontade, Ela estava muito excitada, a bucetinha babava de escorrer mel. Busco a boca dela e tasco beijão.

O beijo foi bem intenso e a puxei de forma a bunda ficou arreganhada e explorei a buceta e o cuzinho com meus dedos hábeis ao mesmo tempo. Nossas línguas entraram numa sintonia perfeita e pareciam estar numa dança erótica. Sentindo meus dedos na buceta e outro no cuzinho Brenda começa a rebolar enquanto me beija e atolo mais fundo meus dedos nela.

– Ahhhhhhhhhhhhhhh… que delicia primo. – ela se contorce toda. Chupo os lábios e a língua dela e continuo o vai-e-vem bem lento na buceta e no cuzinho apertadinho.

– Ainda com frio prima? – pergunto sacanamente.

– Frio se foi! – ela responde sorriso, e aperta meu dedo na buceta e rebola mais forte, o fundo da buceta estava quente e em erupção.

– Arranca essa camiseta e mostra as tetas prima! Ordeno assumindo de vez o comando da foda

– Mais alguma ordem Lenhador? Pergunta ao ficar totalmente nua.

Com os seios expostos abocanho os mesmos em movimentos ousados e circulares com a língua e ia alternando com mordidas nos bicos dos seios.

A puxo pro meu colo de forma a ficar de frente pra mim e sem penetrar a deixo relar a buceta em meu cacete. Os seios dela durinhos e os bicos salientes.

Aperto os seios dela, caio de boca. Aperto eles e começo a mordiscar os mamilos, minha prima solta um gemido forte e se contorce toda. Ela tinha acabado de ter orgasmo, me apodero do grelo após molhar na buceta babadinha.

Meu pau continuava duro. As veias pareciam maiores que de costume.

– Se aposse do meu pau! – falo no ouvido de Brenda.

Ela se inclinou junto ao meu pau e começou boquete e às vezes alternava com lambidas em minhas bolas. O contato com sua mão macia quase me fez gozar.

Mudamos de posição e começamos um 69 e a visão da bucetinha lisa me deixou enlouquecido.

– Vou chupar sua buceta prima! Aviso já mordiscando o grelo

– Não acredito que estou transando com você. Confessa ela

– Segredo nosso! – A fiz gozar na minha língua ao variar a forma de chupar o grelo e a buceta.

Movia minha língua e dava beijos na buceta de minha prima, me esforçando em saciar a gostosa sem pressa. O cheiro silvestre da bucetinha era tão muito gostoso. Depois de caprichar no grelo enfiei a língua com forma dentro da buceta o que deixou Brenda em vários espasmos (começou a sentir choquinhos e depois orgasmos múltiplos).

– Lenhador… nunca senti prazer assim! – ela me olha cheia de desejo.

– Vou te devorar toda! – falo indo pra cima dela

– Ohhhhhhhhhhh… ahhhhhhhhhh…! – ela gemia alto e voltei com gula a passar a língua no clitóris e dei generosa chupada, que fez Brenda estremecer toda. Esse novo orgasmo a deixou muito ensopada.

Meu pau estava muito duro.

– Adorei ficar vendo seu pau duro. Elogia-a

– Culpa sua! Faço cara de bravo

– Vou chupar ele de novo! – ela se ajeita e abocanha meu pau, tentou fazer garganta profunda, mas meu pau estava muito grande e grosso.

– Uhhhhhhhhhhhh… que língua gostosa! – gemo alto e ela aumenta os movimentos.

– Não sei chupar direito… falta-me praticar mais! Solta ela me instigando

– Você se vira bem… continue prima! Incentivo

As chupadas eram meio desajeitadas, mas nem liguei pra falta experiência. O contato da língua dela no meu pau era muito prazeroso. Parecia estar tomando sorvete.

– Goza na minha boca… quero seu leitinho! – ela falava, mordendo os lábios e adquirindo cara de safada no cio.

– Quero meter nessa buceta um pouco antes! Falo já de olho na cobiçada gruta.

– Uauuuu… vai com calma… tem 5 anos que não transo! – ela me avisa.

A deito com cuidado.

– Curta nosso momentos Brenda… eu vou devagar com você! – Ponderei.

– Confio em você. Ela se entrega

Brenda deita com almofada por baixo e fica com a bunda empinadas, me posiciono entre suas pernas e as abro de forma a buceta ficar escancarada. Ela me olhava, parecendo ansiosa.

– Arromba minha buceta! Implora ela se masturbando

– Deixa comigo prima. Respondo.

Coloco a camisinha e lambuzo com muito lubrificante a buceta dela. Miro o cacete e começo a “exploração na gruta” aos poucos, pra ela ir sentir pouca dor.

– Que pau gostoso… Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…! – Brenda começa a rebolar forte solta um grito forte que a chuva forte não foi ouvida. Aproveitei que ela estava gozando e dei estocadas mais fortes e reinaugurei a bela e apertada buceta.

– Que gostoso te sentir fundo! – Solta ela, ela soltou ainda rouca um “obrigada” e sorriu saciada.

Giro na cama e a faço cavalgar no meu pau e ao mesmo tempo eu chupava seus e a fazia delirar e rebolar no meu pau.

– Ohhhhhhhhhhhhhhhhh… vou gozarrrrr… vou gozarrrrrr…! – Comenta feliz Brenda. Aperto ela forte e meu gozo explodiu, junto com o dela.

– Goza meu Lenhador… Gozaaaaaa!!! Implora Brenda.

Deixamos nossos corpos caírem na cama e ficamos nos olhando, numa troca mutua de carinhos através de olhares… Depois algum tempo tomamos banho e dormimos juntos.

Foram seis anos de muito sexo e loucuras a dois e às vezes a três que futuramente descreverei em contos.

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Comentários

1 comentário para “Quando descobri que era corno

  1. Pau negro • 28 de fevereiro de 2019

    Porra fique com o pau super duro lendo seu relato queria se esse seu sogro sortudo

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