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Dei pro meu padrasto e não me arrependo

  • 14 de abril de 2024
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Oi amores, tudo bem?
Vou contar pra vocês da vez que eu acabei corneando minha própria mãe.
Ela tinha começado a namorar um cara muito tempo depois de se separar do meu pai, na época do namoro dela eu tinha 18 anos (quase 19), ela 35 e ele 29.
Ele não era exatamente meu padrasto, tava mais pra ser o cara que come minha mãe rs
Já ouvi várias vezes eles dois transarem, confesso que algumas vezes eu até me masturbei perto da porta do quarto deles ouvindo a putaria. Lógico que eles evitavam fazer barulho mas a gente sabe que não da pra ser totalmente silencioso enquanto transa.

Ele já estava de olho em mim há um tempo eu percebi, pra vocês terem ideia ele já me viu de toalha e semi-nua várias vezes. Numa dessas vezes eu tinha entrado no meu quarto para me trocar, estava pelada de costas e ele ficou me olhando, reparei nele pelo espelho do meu guarda-roupas. Virei colocando um braço sobre os peitos e uma mão tapando a buceta.

“Perdeu alguma coisa?” Perguntei.
“Não, pode se trocar, repara em mim não.” Ele falou, se encostando na porta.
“Engraçadinho.” Falei, encarando ele.
“Só to olhando, não to tirando pedaço.” Ele disse, rindo.
“É? Vaza.” Falei, indo pra perto da porta.
“Pra fechar, vai precisar usar uma mão. Qual vai ser?” Ele perguntou com um sorrisinho no canto da boca.
Me irritei e tirei o braço que cobria meus peitos e fechei a porta.

No fundo, bem lá no fundo, eu sei que eu gostei rs
Em uma outra vez ele me viu só de calcinha e sutiã, como estava um calor fodido eu decidi ficar daquele jeito depois de ter tomado banho. O que ele fez? Entrou no embalo e decidiu ficar só de cueca é claro.
“Ta de sacanagem né?” Perguntei.
“Não, to com calor mesmo.” Ele respondeu, ignorei.
Quando estava indo pro meu quarto, ele me agarrou por trás e forçou o pau dele contra minha bunda.
“Da pra parar?” Perguntei, enquanto ele forçava.

“Deixa eu esfregar só um pouquinho vai Carlinha, não vai fazer mal não.” Ele disse, abraçando forte minha cintura contra a dele.
“Ta… só um pouco.” Falei.
Ele aliviou um pouco a pegada e viu que eu não tentei sair, largou o agarrão e segurou minha cintura encostando o pau na minha bunda. Ele começou a ficar duro e ele ficou esfregando (vulgo sarrando hoje em dia) no meu cu.
“Deixa eu pôr só a cabecinha?” Ele pediu.

“Nem vem.” Falei.
“Então pega um pouco nele?” Ele pediu novamente.
“Não.” Respondi.
“Só um pouquinho vai Carlinha?” Ele pediu outra vez.
“Já fiz o que tu pediu, agora me solta.” Repeti.
Ele me soltou, fui pro meu quarto.
Da vez em que transamos foi o seguinte.
Minha mãe saiu para trabalhar, ele ficou em casa por estar de férias do trabalho e eu na época ainda não trabalhava. Era muito cedo, acho que umas 9 horas da manhã e ele já me enchia o saco.

“Quer aproveitar o calor e tirar a roupinha?” Ele disse rindo.
“Engraçadinho” Falei.
Ele ficou só de cueca.
Decidi que ia entrar no joguinho dele, ia sacanear e ver até onde ia.
Ali na sala mesmo comecei a tirar minha roupa, ficando só de calcinha e sutiã.
“Olha, deu calor?” Ele perguntou.
“Pois é.” Respondi.
Ele sentou do meu lado no sofá.
“Ainda to com calor.” Falei, tirei o sutiã.
“Olha… agora to surpreso.” Ele disse.
“Só não tira sua cueca, não quero sentir o cheiro da buceta da minha mãe aí.” Falei e ele riu.

“Ta bom, vou ser legal contigo hoje.” Respondeu.
Ele se encostou em mim e deu uma lambida do lado do meu peito. Não fiz nada. Beijou meu peito de novo, deixei.
“Tetuda.” Ele falou.
“E esse pinto subindo aí?” Perguntei.
“Ta feliz em te ver.” Ele respondeu.
Peguei nele por cima da cueca.
“Até que não parece ser um velho murcho.” Falei, segurando.
“Não sou tão mais velho do que tu.” Ele me falou.
“Só ta pegando uma quase coroa pra ter acesso livre a uma novinha né?” Falei.
“Não, antes de começar a namorar com a sua mãe eu e ela saímos várias vezes, só depois fiquei sabendo que ela tinha filha. Tu sabe disso.” Ele respondeu.
“É e agora tu ta doidinho pelo rabo da filha dela não é?” Perguntei, ainda segurando a rola dele.

“É a vida.” Ele respondeu.
“Vou te dar um gostinho.” Falei.
Puxei a cueca dele e o pau saltou pra fora, me virei de frente pra ele e botei minha calcinha de lado. Coloquei a cabeça do pau dele na minha buceta.
“Deixa que eu vou, não força.” Falei, ele concordou.
Fiquei mexendo o pau dele devagar, com a cabeça na minha buceta. Depois fui descendo devagar, quando ia sentar por completo voltei devagar até a rola dele sair de dentro de mim.
“Agora tem meu cheiro aí também.” Falei, dando uma mordidinha nos lábios.
Saí de cima dele e fui pro meu quarto, me deitei na minha cama sem roupa nenhuma. Ele veio.
Monto em cima de mim sem falar nada, e meteu a rola.
“Ah… Ah… Uh… Ai… Mete mais… Mete… Ah…” Eu repetia sussurrando.

“Isso putinha geme, pede rola vai.” Ele dizia.
Cruzei minhas pernas em volta dele e deixei ele me comer o quanto quisesse.
“Que delícia… ah… mete mais… mete… isso… ah…” Eu continuava sussurrando.
Depois fiquei de quatro levando na buceta com força.
“Ai… Ah… Ah… Ah… Uh… Isso… Isso… Fode… Fode… Ah…” Tava louquinha rs
Gozei e pouco depois ele tirou o pau e gozou na minha bunda.
Mesmo depois de gozar ainda botou no meu cuzinho ainda, pra melar ele todo.

“Ai… Uh… Uh… Meu cuzinho… Ah… Ah…” Eu gemia enquanto ele torava meu rabinho.
Depois parou, ficou satisfeito.
Fui no banheiro me lavar e ele ficou deitado na minha cama. Quando voltei me deitei do lado dele, ele colocou a cara nos meus peitos.
“Ainda vai ter mais, pode ter certeza.” Ele disse.
Não respondi, mas eu sabia que íamos transar mais vezes rs
Foi isso.
Espero que gostem amores.
Beijos

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Comentários

2 respostas para “Fantasia erótica do corno”

  1. JOÃO disse:

    QUE HISTORIA EXCITANTE GOSTARIA MUITO DE TE CONHECER MELHOR TROCA HISTORIAS

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