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Arrombei o cuzinho do meu melhor amigo

  • 18 de novembro de 2018
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Eu sou o André, macho baixinho cheio de marra, 25a e já me descrevi em contos anteriores.
Como já havia falado, descobri esse mundo de putaria entre machos com um amigo, e depois daquele dia na fazenda, nos encontramos escondidos algumas vezes e ficamos bem próximos, mas depois, por conta das nossas namoradas, nos afastamos.

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Certo dia, o encontrei na rua, batemos um papo, ele falou que no outro dia cedo iria viajar com a família dele, me chamou pra ir junto. Ele sempre mais esperto que eu, já tratou de me convidar pra dormir na casa dele, com a desculpa de que sairíamos muito cedo no outro dia. Eu aceitei ir, mas nem imaginava que ele tivesse outras intenções.
Chegando la, troquei ideia com os pais dele, já estava tarde, então ele chamou pra dormir. O quarto dele era o dos fundos. Ele colocou um colchão no chão, eu deitei. Batemos um papo a respeito das namoradas e tal.
_ Cara, você e a Julia ainda estão namorando né? (Perguntei pra ele).
_ Sim, Andrézim. Tô até pensando em pedir ela em casamento.
_ Tá loco, Felipe, você não tem nem 20 anos e já quer casar?! Faz isso não cara, tem muita buceta no mundo pra você conhecer kkkkk
_ E muito pau também kkkk (Ele respondeu.)
_ Você ainda curte essas paradas? (Eu perguntei, olhando pro pau dele que já esboçava um volume naquele shortinho de dormir)
_ Cara, desde que comecei a namorar com ela não fiz mais nada, mas curto sim. Sempre vejo uns pornôs.
_ Mano, pior que esses dias eu não paro de pensar nessas coisas…
_ Porra, André, por que não deu ideia? A gente pode fazer essas coisas em segredo, mano. Ninguém vai saber…
_ Pois é, tamo aqui né …
Prontamente Felipe deitou do meu lado, já pegando no meu pau. Colocou na boca ainda meia bomba e deixou ele duro. Eu alisava seu cabelo enquanto ele mamava. Virei de posição e ficamos num 69, mamei bastante aquele pau, sempre com cheiro forte. Até que ele encostou a bunda no meu rosto. Olhei para aquele cu, peludo, fechadinho e meti a língua. Felipe se assustou, soltou um gemido, mas depois relaxou. Minha língua passeava naquelas pregas, deixei molhado aquele rabo. De repente o Felipe se vira, ergue minhas pernas, encontra meu cu e põe a língua. Nessa hora, deixei escapar um peido barulhento. Felipe ficou louco de tesão e meteu a língua no meu rabo. Pediu pra repetir, eu fiz.
_ Cara, que tesão que eu estou agora. Vou comer seu rabo.

_ Hoje não, maluco. (Respondi pra ele.) Hoje eu como você.
Fui por trás dele e me deitei em cima. Beijando seu pescoço. Desci lambendo suas costas e encontrei aquele cuzinho molhado. Enfiei um dedo bem devagar. Sempre fazendo o máximo de carinho. Meu amigo foi ficando soltinho, relaxado.Encostei a cabeça da minha rola no seu cuzinho e forcei.
Meu pau foi entrando aos poucos, dando tempo a ele de se acostumar. Quando enfiei até a metade, Felipe pedia pra tirar.
_ Tira, André. Tá doendo.
_ Não mano, você acostuma. (Eu disse isso e enfiei meu pau ainda mais. Sabia que não ia conseguir meter tudo, mas queria deixar ele com cu aberto, pra foder mais de uma próxima vez.)
_ Ai André… Tá doendo muito.
_ Relaxa, Felipão. Tu é macho, vai aguentar. (Tirei o pau e enfiei novamente, e comecei aquele movimento de vai e vem. Tirei novamente, dei uma cusparada em cima do cabeção e soquei. Meu pau deixava aquele cu cada vez mais arrombado, mas Felipe se acostumava com a dor. Quando tirei a pica novamente ele peidava, todo relaxado. Meti mais fundo e comecei a bombar forte.
_ Tá gostando de ser enrabado? Diz ai Felipão..
_ Cara, mete mais forte. Enfia tudo.
Comecei a bater naquela bunda e meter o pau até o fundo. A gente suava bastante. Viramos de posição, ele cavalgou em meu pau, até que se levantou rapidamente e correu pro banheiro do quarto dele. Meu pau estava um pouco sujo. Corri pro banheiro, tava o Felipe sentado no vaso, soltando um cagão. Aquilo me deu tesão, quando ele terminou, pedi que se apoiasse na parede. Nós dois de pé, eu socando minha pica té o fundo daquele cu. Não resisti ao tesão e sem avisar soltei toda minha porra naquele cu. Felipe gozou sem tocar mão no pau, lambuzou o azulejo do banheiro. Entramos no box e tomamos um banho juntos. Ele me mostrou seu cu. Ficou abertão. E eu estava satisfeito de ter comido um cu pela primeira vez e ter feito estrago. Felipe parecia feliz também.
Prometi a ele que deixaria ele fazer o mesmo comigo de uma próxima vez. Fomos dormir, cada um na sua cama, no outro dia viajamos…

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