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O Negão me Comeu Gostoso no Cinema

  • 9 de outubro de 2018
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Eu estava com tesão. Era sábado a tarde e eu queria beber e também desejava algo mais. Fui à um cinema pornô. Diversão adulta. Passavam filmes de gays e filmes héteros, mas predominava o público gay. Alguns transavam ali mesmo. Lugar decadente. No passado havia sido um cinema normal, mas rebaixou-se a cinema pornô. Nesse lugar havia, logo na entrada, um bar onde se vendiam bebidas, balas e camisinhas e para além disso haviam duas salas de projeção de filmes sendo que na principal e maior delas, passavam filmes pornô hétero e na outra, que apesar de ser menor sempre tinha mais gente que a sala principal, exibiam filmes gays, fato esse que evidencia que o cinema é mesmo dos veados e não me esqueço que ao lado da sala dos filmes gays, havia uma dark room destinada à orgias.

Algo estranho. Sempre tem uns caras que ficam perto do banheiro, encostados a parede do corredor. Que fazem lá? Esperam companhia? Não os vejo usando drogas, talvez estejam apenas esperando parceiros para sexo. Quem sabe?

Tímido. Eu não estava completamente à vontade naquele lugar, mas o álcool remove as inibições. Logo fui procurar pica.

Não me lembro os detalhes, mas conheci ali um negro com o qual transei. Não era bonito, um pouco gordo, mas eu estava embriagado e com tanto tesão que aceitei esse parceiro que era um negro com cabelos e barba branca revelando em sua face um sorriso malicioso ou safado, provavelmente por que ia me foder e, apesar de que não tivesse me dito isso, no seu íntimo estava exultante, pois sendo negão e de aparência pobre, ia foder um branquinho como eu que naquela época era jovem e mais bonito do que sou hoje. Fomos para o banheiro. Esse banheiro não estava vazio, mas ninguém estranha quando algum par de amantes vai para lá transar. Aceitam isso numa boa. Fechamos a porta. Num espaço que outrora pertencera ao “box do chuveiro” tivemos um mínimo de privacidade. Dei a ele uma camisinha. Eu sempre uso camisinha. Não me arrisco a pegar alguma doença e, de fato, nunca peguei. Virei de costas para meu amante casual, um negão velho, feio, pobre, mais barrigudo do que propriamente gordo, do qual eu nem sabia o nome mas abaixei a minha calça e também a cueca me oferecendo para aquele ativo que estava muito feliz por se aliviar num veadinho bonitinho e bêbado que se oferecia de graça para o prazer de ambos. Ele me agarrou por trás. Eu senti seu pênis, não muito comprido, mas grosso me penetrando. Era bem duro. Entrou direto. Foi entrando sem lubrificante ou carícias anais e eu suportando aquilo. Estava ardendo. Eu suportei calado. Naquela época eu dava com mais frequência e tinha mais facilidade em relaxar o cu. Ele metia, eu suportava bem, mas quando ele acelerou os movimentos de vai e vem doeu um pouco e eu que estava em pé na frente dele dei um passinho a frente e tirei o pau de dentro, mas ele querendo meter mais, pegou minha cintura e me puxou para trás enfiando o pau todo de uma vez e eu senti aquela estocada, mas não gemi nem gritei, inclinei-me para frente, apoiei as mãos na parede na minha frente e empinei a bunda relaxando o máximo que pude o esfincter para ver se aliviava um pouco o meu cu, mas não adiantava muito, pois era grosso, o pênis, e a entrada doía, ardia, mas eu gostava e era isso mesmo que eu queria. Ele gozou. Eu senti os movimentos se acelerando e de repente ele enfiou tudo, ficou uns segundos parado, gemeu e ejaculou. Acabou. Eu pedi a ele seu telefone ele me disse, mas depois eu perdi. Fomos embora. Nunca mais o vi. Hoje tenho vontade de dar de novo e daria se tivesse um parceiro aqui comigo.

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