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A namorada sendo arrombada pelo amigo bem-dotado

  • 30 de dezembro de 2019
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Olá meu nome é Samara, Tenho cabelos loiros, seios médios e empinadinhos, uma bundinha carnuda, arrebitadinha e durinha que sei que enlouquecem os homens. Eu namoro Rodrigo e temos uma vida sexual muito ativa e com muita qualidade, ele sabe o que fazer com uma mulher na cama. Depois das preliminares excepcionais dele adorava sentir seu pinto me penetrando, apesar de ter um pinto pequeno ele sabia o que fazer. Ele sempre pedia que eu aparasse meus pelinhos castanhos claros, nunca sei por que eles tinham essa cor, meus lábios vaginais são médios com meu clitóris saltando de entre eles. Tenho 1,55m de altura e 45 kg, coxas grossas devido à pratica de esporte desde criança. A única coisa que destoa entre eu e Rodrigo é que tenho uma tara por homens bem dotados, apesar de nunca ter conhecido um, aliás, Rodrigo foi meu primeiro homem. O homem que me fez mulher, apesar de ter alguns namorados e alguns ficantes, mas com eles apenas trocas de caricias e algumas pegadinhas.

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Sabia que Rodrigo sabia disso, mas sempre que ele tentava tocar no assunto eu logo ficava excitada e atacava-o e logo estávamos transando. Mas sempre que via cenas de alguns filmes pornôs, ficava super excitada e curiosa para saber como elas suportavam tudo aquilo, isso me deixava molhadinha, literalmente pingando. Uma vez paguei o maior mico com ele, pois vendo uma cena com cenas fortes, com um homem negro com uma enorme cobra entre as pernas me desmanchei toda, ficando molinha mesmo sem me tocar ou ele, mas naquele dia transamos feito louco e foi a única vez que gozei com o pinto dele antes mesmo que acabasse de me penetrar. Aos pouco fui descobrindo que essa minha tara o deixava completamente louco, pois seu tesão era infinito, seu pinto ficava mais duro, ele ficava mais tempo ereto e gozava intensamente. Teve até uma vez que ele tentou insinuar alguma coisa de uma relação diferente com um dotado, mas rechacei a ideia, apesar de ter ficado cheia de tesão. Um dia Rodrigo disse que um amigo de infância dele iria jantar na casa dele e queria que eu estivesse presente, não poderia negar o convite dele e aceitei.

Achei estranho que naquela semana Rodrigo ficou muito ativo sexualmente e sabendo da minha tara vivia dizendo, enquanto me comia, para eu imaginar que estava sendo penetrada por um homem de pintão. Estava até meio desconfiada de que alguma coisa poderia estar acontecendo, mas ao mesmo tempo satisfeita pela leve mudança dele. Na véspera do jantar então perguntei como seria o jantar e ele disse que seria algo bem simples e como estava calor disse que eu poderia me sentir à vontade, pois Raimundo era um cara simples e era como se fosse da família e sugeriu que eu colocasse um vestidinho leve pois eles estariam bem a vontade. Assim no dia do jantar coloquei um vestidinho bem solto e fui para a casa dele. À caminho da casa dele ele me disse que Raimundo era um cara morenão, quase preto, bem bonitão, tarado por academia, tinha um corpo sarado, moreno pelo sol do nordeste e essa descrição até me fez ficar curiosa e cheguei a pensar no sexo que fizemos nos últimos dias que ele sempre falava de um homem fortão e bonitão que estaria nos observando transar, mas chacoalhei a cabeça e tirei esses pensamentos da minha

cabeça. Logo que fomos apresentados nossos gênios se completaram e nosso papo foi natural e naturalmente ele era realmente um belo espécime de homem, e pasmem, apresentava entre as pernas um belo volume que me deixou molhadinha e me veio à cabeça a desconfiança que Rodrigo estaria armando para mim com Raimundo, mas no fim disse que isso só poderia ser coisa da minha cabeça, pois Rodrigo era um homem de verdade, muito macho. Como estava em casa, Rodrigo vestia um short jeans e camiseta, mas Raimundo estava com uma calça social e camisa, chegava a destoar das nossas vestimentas, mas estava muito lindo. Durante o jantar, regado a vinho, a conversa foi muito descontraída e devido a isso acabamos bebendo um pouquinho a mais e estávamos os três soltinhos. Dali nos transferimos para a sacada onde continuamos a beber vinho e a destilar alegria. Foi quando Raimundo com seu jeitinho de nordestino começou a lamentar que estava meio amargurado, pois seu ultimo relacionamento terminara mal e ele detestava isso. Rodrigo então cochichou na minha orelha que ele estava na maior secura e completo

dizendo justo ele, o nordestino com fama de garanhão estava na seca e que nem a arma dele o estava ajudando. Eu então já mais pra lá do que pra cá, olhei em direção a Raimundo e disse que duvidava de tudo que ele havia me dito ali, naquela hora. Raimundo totalmente alheio quis saber do que eu duvidava e eu na lata lhe disse que Rodrigo havia me cochichado, eu não acreditava que apesar de ele ser o maior garanhão, o homem de calibre estaria na fossa e que se não fosse a presença de Rodrigo ali, o que ele estaria fazendo era me cantando na maior, e dei a maior gargalhada. Foi ai que fui surpreendida quando Rodrigo disse a ele, que como ele foi desarmado, então ele poderia me contar que ele não estava contando mentira, que era para ele falar da fama dele entre as mulheres, por que as mulheres se interessavam por ele, pois já que a noite era uma criança, deveríamos chutar o pau da barraca e acabar de encher a cara de vinho e nos divertirmos. Encarando Rodrigo e o conhecendo bem sabia que ele estava com ciúmes de eu ter contado o que ele tinha me cochichado. Quando voltei meu olhar para Raimundo notei seu olhar

orgulhoso e maliciosamente me perguntou se poderia falar mesmo, se era sério, e antes mesmo que pudéssemos dar uma resposta já foi dizendo que fazia sim sucesso com as mulheres, pois alem de ser bonito ainda fazia juz a raça negra, era um pouco dotado. Eu agora estava meio pasma, perguntando como tinha deixado aquela conversa chegar até ali, virei o restante da taça de vinho, fui até o som e Rodrigo veio atrás de mim perguntando se eu tinha ficado com raiva. Eu nada respondi, apenas olhei com um olhar de resignação e liguei o som, no fundo estava extremamente excitada. Quando ele chegou bem próximo disse no seu ouvido que só não iria embora por que eu era extremamente educada e tudo que estava acontecendo ali era culpa dele. Quando vir-me-ei para o sofá vi que Raimundo estava extremamente animado, então resolvi entrar no jogo de Rodrigo. Imaginando o que ele estava querendo, disse a eles que os homens são uns babacas, pois ficam dando muita importância para o calibre do bilau, mas o que importava era como se usava ele, completei que nunca tinha visto um grande e que Rodrigo sempre tinha

me satisfeito e ainda disse que nunca tinha visto um mesmo. Ai foi que minha casa caiu mesmo, pois Rodrigo com as feições cheia de raiva perguntou se eu queria ver o que ele tinha dito, que Raimundo mostraria para ela, para provar que ele, Rodrigo, não estava mentindo e que eles não contariam para ninguém. Sorvi um belo gole de vinho, abracei-o e fazendo uma imensa força contra meus princípios fiz um sim com a cabeça. Raimundo olhou para Rodrigo, estava em duvida sobre o que fazer, mas vendo a passividade de Rodrigo começou a soltar o cinto, apertei o braço de Rodrigo como que pedindo que ele parasse o amigo, mas ele continuou impassível. Raimundo desabotoou a calça e abaixou um pouco, deixando aparecer a sua cueca. Olhando diretamente para mim ainda perguntou se eu permitia, se pudesse continuar. Fiquei um instante pensando na encrenca que estava se formando, esperando que Rodrigo tomasse frente e impedisse que o amigo continuasse, mas como ele continuou indiferente bebi mais um

pouco de vinho, já me sentindo soltinha de tudo, assenti com a cabeça. Vi Raimundo levantando a bunda, terminando de tirar as calças, deixando-as no joelho e puxando a cueca para baixo deixando escapar um espantoso pinto escuro, cheguei a arregalar os olhos e olhei com admiração aquela coisa grande e grossa, quase do tamanho do meu antebraço. Provocando Raimundo disse que era 27 cm de comprimento e varias mulheres que tinham historias para contar. Eu continuava vidrada naquele pinto, não acreditava que poderia ter algo daquele jeito. Senti Rodrigo acariciar minhas costas, enquanto Raimundo acariciava aquela cobra de cima a baixo, ainda envergando na sua mão, pois não estava totalmente ereta. Estava paralisada de surpresa, quando ouvi Rodrigo cochichar para mim se eu senti desejo de ir lá e dar uma pegadinha nele. Não acreditando olhei para ele e vi no seu olhar mais tesão do que raiva ou qualquer outra coisa. Senti sua mão apertar minha cintura, deu-me um abraço, beijou suavemente meus lábios e com os dedos deu um leve empurrão, que somente eu senti, me incentivando. Minha indignação passou a ser de

raiva, pois meu namorado estava me oferecendo ao seu amigo. Soltei um suspiro, de raiva e de tesão também, não sou hipócrita, e caminhei na direção de Raimundo. Ajoelhei entre as suas pernas me apoiando nos seus joelhos, estava respirando com dificuldades, tremula, e levei minha mão e senti na pele o pinto dele. Ai me desliguei de vez do Rodrigo e já envolvendo meus dedos no seu pinto, sentindo seu calor e vendo sua pujança, levantei os olhos e perguntei se as mulheres aguentavam tudo aquilo, ele sorrindo sarcasticamente disse que algumas já tinham fugido, mas com jeitinho todas haviam gozado e sempre queriam mais. Senti nojo da sua arrogância, mas mesmo assim não conseguia sair dali, tirar a mão do seu pinto. Voltei a pensar no Rodrigo, ainda tinha um pingo de esperança que ele não deixasse aquilo acontecer, olhei em sua direção e ele parecia extasiado com o que estava acontecendo. Ai então coloquei as duas mãos nele e acariciando levemente e sentindo seus contornos, fui aproximando meus lábios até

encostar na sua cabeçorra. Com a língua fui sentindo seus contornos e também que ele tomava vida. Quando agasalhei sua cabeça entre meus lábios ouvi um leve gemido. Seu corpo estremeceu e enrijecia lentamente. Tentava colocar ele na minha boca, mas entrava só um pouquinho, senti a mão dele na minha cabeça fazendo leves movimentos nela. Sentia minha boca totalmente preenchida, como nunca tinha acontecido com o pinto do Rodrigo. Minha boca salivava, como que pressentindo que aquilo ali dentro de mim só com muita lubrificação. Sendo novamente surpreendida Rodrigo se postou atrás de mim, foi desabotoando meu vestido e me livrando dele, enquanto eu chupava o que conseguia e Raimundo passava a mão nos meus seios e dava leves apertãozinhos. Abraçou-me por trás e suas mãos foram até minha xaninha, afastou a calcinha e sentiu o quanto eu estava excitada. Quando ele tocou na minha buceta comecei instintivamente a rebolar e gemer junto com Raimundo. Senti uma leve puxão de Raimundo me levando para seu colo, lentamente fui levantando, abandonei seu pinto e me sentei sobre ele.

Mesmo morrendo de tesão ainda tinha duvidas se me entregaria a ele. Sentindo o corpo do pinto de Raimundo entre minhas pernas, levantei o corpo,levei a mão e o segurei para direcionar para minha buceta. Nesse momento senti que Rodrigo me deixou sozinha ali e foi para o sofá, fui rebolando na cabeça dele, olhei nos olhos dele pedindo carinho e fechei os olhos e fui deixando meu corpo devagarzinho, tremula fui sentindo ele ir desbravando minha buceta, alargando-a, fui descendo até que senti-me inteiramente preenchida, curiosa levei a mão e senti que ainda tinha um bom pedaço de pinto fora de mim. Comecei a fazer lentos movimentos circulares, sentia apenas o pinto dele pulsando como se o coração dele e o meu estivessem se encontrando ali. Segurei seus ombros, ajeitei e comecei a subir e descer lentamente. Seu pinto tocava meu útero e o forçava fazendo-me sentir um leve incomodo e uma leve dor daquele pinto me ocupando toda. Comecei a gozar e a cada instante meu corpo se agitava mais, até que fui sentindo um leve movimento do corpo dele também. Senti as mãos dele segurando minha bunda, segurava quando

eu descia e apertava quando eu subia, quando eu já estava dona da situação ele passou a dar leves tapas e o ritmo ia aumentando cada vez mais. Apesar de sentir que os tapas eram leves, ouvia como se ele estivesse batendo de verdade. Sentia agora seu pau saindo quase por inteiro e sentia e entrando muito, nisso fui tomada por um novo orgasmo, esse muito mais intenso, tão intenso que cai quase que desfalecida sobre ele, que apoiando-me deu uma estocada bem forte e funda e senti suas esporradas invadir minha buceta, meu útero. Assim fui sentindo ele se acalmando, seu pinto pulsava fortemente, seu corpo ficou menos tenso e o meu estava caído sobre o dele. Ele me puxou para cima e fui sentindo seu pinto saindo lentamente, ele ia me abandonando e minha buceta parecia querer segurá-lo dentro de mim. Senti seus lábios procurando os meus e apenas fui receptiva, respondendo aos seus

anseios. Foi um beijo terno, intenso. Levantei e caminhei diretamente para o banheiro, a cada passo sentia nosso gozo escorrendo pernas abaixo, tomei um banho revigorante, pedi a Rodrigo que me deixasse em casa, ele quis que eu ficasse, mas disse que estava muito cansada e esfolada e que não tinha forças para mais nada, a não ser e desmaiar na minha cama e assim foi feito. No outro dia terminei com Rodrigo, acho que ai ele entendeu que eu queria um homem que cuidasse de mim. Raimundo ainda me procurou e saímos mais uma única vez, onde agora livre do peso de Rodrigo e só nos dois eu estava mais liberada, fizemos sexo a noite inteira, inclusive ele teve um pr3emio especial, mas isso é outra histori

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Comentários

1 comentário para “Gozei na calcinha da minha prima

  1. Lobo • 12 de setembro de 2019

    Histórias com muito tesão

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