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Tirando o cabaço do velho virgem

  • 14 de julho de 2019
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Eu nunca havia pensado que passaria algum dia por isso.
Sou prostituta, 34 anos e atuo no ramo já há anos. Tenho experiência com todo o tipo de homem e geralmente os homens que atendo sabem ao menos o básico do sexo…. Isso até a semana que se passou.
Eu estava na sala da casa em que atendemos e chega um senhor acompanhado de um rapaz. Na entrada mesmo o rapaz pediu ao nosso cafetão para conversar com alguma moça que fosse mais paciente. A mais calminha alí era eu, então fui a sorteada do momento. O rapaz, me explicara que estava levando aquele senhor para viver seu primeiro momento de sexualidade, pois aos 63 anos o mesmo nunca tinha tido contato sexual com qualquer ser humano.

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Fiquei pensativa, mas acabei aceitando o desafio, afinal, parada não se ganha o pão.
O velho, visivelmente nervoso foi acompanhado por mim até um quartinho. Antes de algo começar eu me apresentei e começamos a conversar. Sr. Isaias, um homem franzino, em seus 1,70, pele bem morena, queimada de sol, cabelo e barba crespa já bem grisalha me dissera que morara na fazenda a vida inteira, um espaço muito isolado da civilização. Fora um trabalhador que apenas cumpria ordens do patrão. Não tinha família e agora, aposentado veio até a cidade para passar um final de semana. Comovido, um rapaz que o encontrou no bar resolveu dar-lhe sua primeira experiência sexual.

O moreno senhor aparentemente não sabia o que fazer quando tirei meus seios fartos para fora. Ele apenas olhava e ficava lá parado. Fui instruindo, disse para passar a mão, para chupar, lamber, enterrar a cara. Vagarosamente e sem jeito ele foi se lançando em meu corpo. O carinho era uma mão calejada me raspando com força. Aquilo estava me machucando, mas era tão autêntico que eu permitia. Abaixei minha calcinha e o velho travou. Peguei em sua mão e conduzi até minha vulva. Ele por lá passou o dedo e se surpreendeu que a mesma estivesse úmida.
Comecei a despir o velho, arranquei sua camisa, lentamente beijei seu peito cabeludo e comecei a abrir a calça. De lá de dentro saiu uma montanha de pelos. Aquilo nunca havia sido raspado na vida. O pau, ainda meia bomba parecia ser honesto, longe de ser um grande instrumento, mas grosso o suficiente pra me dar prazer.

Comecei a chupar a benga e o velho arregalou os olhos. Ele tinha uma sensibilidade muito grande na cabeça que a vida inteira fora recoberta por pele. Mudei o jeito de chupar para evitar pegar a cabeça. Em dado momento peguei uma camisinha e encapei o instrumento. fiz o velho deitar de barriga pra cima e fui me sentando aos pouquinhos naquela pica. Era grossa sim, a ponto de eu conseguir ter uma certa dificuldade pra entrar. Fiquei algum tempo sarrando naquela posição e depois me deitei em cima do coroa. Ele precisava de contato físico. Era baixinho e introvertido, mas dava pra sentir seu urrar interno, sua respiração ofegante e trêmula. Eu sentia que o dever de casa estava sendo bem feito.

Continuei fodendo e o que era uma tremidinha virou uma vibração intensa e de repente um gemido escandaloso e profundo. O Sr. isaias havia gozado. Maravilhoso. Ele ficou com um aspecto de desmaio e um olhar vitrificado para o teto. Por um momento achei que ele havia falecido, mas não, era a primeira vez de um homem velho.
Retirei minha vagina de seu pênis e a camisinha estava recheada de porra viscosa e amarelada.
O velho se levantou, sem palavras eu entendi pelo olhar um muito obrigado. O rapaz do lado de fora acertou e foram embora.
Eu me sinto como uma provedora de experiências a partir desse episódio. Foi muito mais que sexo.

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Comentários

1 comentário para “Quando descobri que era corno

  1. Pau negro • 28 de fevereiro de 2019

    Porra fique com o pau super duro lendo seu relato queria se esse seu sogro sortudo

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