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Traindo o meu marido com um novinho

  • 20 de fevereiro de 2019
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Tenho 42 anos e estou casada com o meu marido á 20 anos. O nosso casamento esfriou muito nos últimos anos, mas somos amigos e temos um relacionamento sereno, no entanto eu me sinto por vezes muito carente.

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No último verão decidimos passar férias num resort no nordeste brasileiro, só nós os dois, sem filhos. Logo no primeiro dia na recepção do resort nos indicaram um motorista para todos os dias podermos visitar praias diferentes. O motorista se chamava Marcos e era um garoto, que talvez nem 20 anos tivesse. Era magro, pele escurecida pelo sol, boné com pala para trás e tinha ar de garoto de favela, mas era atencioso e educado. Logo no primeiro dia percebi que me olhava de forma diferente, com ar de cobiça, mesmo com o meu marido por perto. Nas praias em que ficávamos, o meu marido dava grandes passeios no areal e eu ficava sozinha com ele. Aí o garoto me elogiava, me dizia que eu era uma mulher muito bonita, de fazer inveja a muita menina, blá, blá, blá. Eu estava muito carente e todos aqueles elogios de um garoto, com idade para ser meu filho, me faziam bem, apesar de achar um abuso.

Fui entrando naquele jogo do gato e do rato, comprando bikinis curtinhos nos vendedores de praia e me exibindo com eles para o garoto, ou pedindo ao garoto para me passar creme nas pernas e logo que sentia o garoto avançar para as minhas nádegas, deixava ele tocar e depois tirava as mãos. Quando o meu marido chegava perto, o garoto desgrudava de mim.

Logo no terceiro dia de férias, o garoto me perguntou se eu algum dia tinha traído o meu marido. “Nossa, está louco, o meu marido me matava”, respondi. Aí disse-lhe que ele devia fazer muito sucesso com a mulherada daquele resort, ao que ele me respondeu que sim, que já tinha comido muitas turistas casadas. Fiquei pensando, no que ele quereria dizer com isso,……, estaria ele se insinuando? Atrevido, o garoto, né? Me excitava o atrevimento do garoto. Perguntei-lhe então se ele seria assim tão roludo, para fazer tanto sucesso junto da mulherada e ri-me. Estávamos sozinhos na praia dos carneiros e o cafageste, baixou os shorts e me mostrou a sua rola. Nossa, como era enorme e grossa, bem maior do que a do meu marido. Só tinha visto rolas daquelas em revistas porno, quando era novinha. Disse-me que podia tocar. Nem sei onde estava com a cabeça, quando com uma das mãos segurei na rola do garoto, fiz só um ou dois movimentos de vai e vem e senti a rola a engrossar na minha mão, aproximei-me então é dei algumas lambidelas na glande vermelha, senti então um fio de gala preso entre a rola dele e a minha boca, com um dedo limpei a gala e levando depois o dedo á boca e provando-a. aí avisto o meu marido ao longe e quase entrei em pânico, pedindo ao garoto para puxar o short para cima. Felizmente, o meu marido nada viu. Fiquei tão excitada, que tive de ir ao banheiro do bar da praia trocar as cuequinhas, pois estavam encharcadas. Eu sabia que tinha dado um sinal de fraqueza e o garoto não ia mais me largar.

Na tarde do dia seguinte, o meu marido foi fazer mergulho e eu enviei uma mensagem para o celular do garoto, para vir ter ao meu quarto. Em dez minutos, o garoto estava batendo á porta do quarto. Quando abri a porta, vi que ele não vinha sozinho, tentei fechar a porta, mas eles a forçaram. O garoto foi dizendo que tinha trazido um amigo que era como um irmão para ele e que só fariam o que eu quisesse e enquanto isso, iam me beijando, passando as mãos pelo meu corpo e eu fui-me deixando levar. Eu trazia um vestido curto por cima do bikini e rapidamente os garotos me tiraram o vestido. Pareciam dois animais assanhados, me lambendo o corpo todo por cima do bikini. Quando eu tirei o soutien, ele continuaram a dar um banho de língua nos meus seios. Depois, ora um me beijava na boca, ora o outro passava a língua nos meus seios. Aí o Marcos disse para o amigo “não te disse que a coroa era gostosona, cara”,…….,”ya mano, tens razão”, respondeu o outro. Deitei-me na cama, tirei as cuequinhas e disse-lhes para se despacharem, pois o meu marido podia chegar. Aí os garotos discutiram um com o outro, para decidirem, quem seria o primeiro a comer a portuguesa. Foi o Marcos o primeiro a avançar, colocando as minhas pernas nos seus ombros e me penetrando, fundo, bem fundo, me tocando no útero. Começou a socar forte, muito forte quase parecendo um esturpo, disse-lhe que me estava magoando, mas o garoto nem me ouviu e continuou socando com força. O outro se tinha colocado ao meu lado e tinha colocado a rola na minha boca, tendo eu começado a lambe-la e a chupa-la. Apesar da dor inicial, um prazer imenso invadiu todo o meu corpo, começando a gritar ao Marcos para não parar, para continuar metendo, até gozar um orgasmo que quase me fez desmaiar. Aí os garotos começaram novamente a brigar, pois o amigo do Marcos dizia que agora era a sua vez. Foi então, que me sentei ao colo do amigo do Marcos, que se tinha sentado numa poltrona do quarto e comecei a cavalgar. Aí vi o Marcos a colocar creme na sua rola e depois senti-o por trás a aproximar-se e a começar a colocar a rola na entrada do meu cuzinho, enterrando-a numa estocada forte. Foi uma sensação única, ser arrombada por duas rolas. Arrombada era literalmente o termo, pois eram duas rolas enormes e grossas. Nunca tinha estado com dois homens ao mesmo tempo e sentia que era um prazer desmedido. Me arrombaram ao longo de vários minutos, até me fazerem gozar pela segunda vez. Depois colocaram as rolas perto da minha cara, enquanto se iam punhetando, eu ia lambendo ora uma rola, ora outra, até me encherem a cara e o cabelo de porra, com longos e fortes jatos.

Quando o meu marido chegou, eu estava acabando de tomar duche. Não desconfiou de nada.

Ainda hoje ele não sabe de nada. Se eu lhe contasse, ele me matava.

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