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Peguei meu marido no flagra

  • 27 de março de 2020
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Eu, como muitas mulheres ainda, somos criadas para crescer, casar, ter filhos, cuidar da casa e da família. No meu caso isso aconteceu, pois nasci no seio de uma família tradicionalista quanto a esses conceitos. Minha infância e adolescência sempre foi muito vigiada e nunca tive liberdade, mas sempre achei isso normal, porque esse era o meio que eu conhecia. Comecei a namorar com vinte anos com o Saulo, membro da nossa comunidade e dois anos depois eu já casava. Sem quase conhecimento algum, a não ser pelos raros momentos em que conversava com amigas, tão logo casei eu engravidei. Nasceu a nossa primeira filha e dois anos depois nosso filho. Nessa altura eu já sabia como me prevenir e conversando com meu ginecologista ele sugeriu que eu fizesse implante do DIU, já que é uma opção

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bem eficaz para evitar a gravidez. Muito tímida nas questões que envolvia sexo, nunca tive a liberdade do conversar abertamente com o meu marido sobre esse tema, nem tão pouco ele manifestava muito interesse. Até mesmo para me procurar, eram raras as vezes que fazíamos amor. Da minha parte eu nunca tive qualquer iniciativa, afinal minha criação foi orientada de tal forma onde o sexo era uma necessidade masculina e cabia à mulher o papel de satisfazer. Embora fosse uma ignorante no assunto, lá no meu fundinho eu achava isso errado, mas quem era eu para discordar ou levantar discussão sobre o assunto. O tempo foi passando nessas mesmas condições e meus filhos crescendo. Meu marido ganhava relativamente bem, o que nos proporcionava uma razoável estabilidade financeira. Eu não precisava trabalhar, mas vinha sentindo a necessidade de ter uma atividade fora, conhecer outras pessoas, enfim, ocupar minha mente com outras coisas que não fossem os afazeres da casa e da família. Comentei isso com meu marido e ele foi indiferente, exatamente como em muitas outras coisas que me diziam respeito. Essa atitude dele vinha ao longo dos anos minando a nossa relação, mas mantendo a minha formação, jamais passou pela minha cabeça a hipótese de separação, casamento é até que a morte os separe.

Desde que casei eu me anulei profissionalmente falando e agora nem imaginava o que poderia fazer. Certo dia conversando com a minha dentista ela falou que a sua assistente tinha pedido para sair e que ela precisava procurar por uma outra. Perguntei se precisava ter algum tipo de experiência e ela disse que preferencialmente nenhuma, pois sempre gostou de moldar suas assistentes na sua forma de trabalhar. Sem pensar muito perguntei se ela me aceitaria para o cargo, pois eu estava procurando algo o que fazer. A princípio ela pensou que eu estava brincando, mas quando insisti ela só fez uma observação quanto ao horário, já que tinha dias que ela trabalhava até as vinte horas. Falei que não haveria problema algum, pois meu filhos já eram bem grandinhos e sabiam se virar. Sendo assim ela falou que não via problema algum e poderia começar assim que a documentação ficasse pronta. Naquele mesmo dia falei com meu marido na hora do jantar:
– Querido vou começar a trabalhar.
Ele me olhou incrédulo e falou:
– Onde?
– No consultório da Dra. Fabiana, a assistente dela saiu e perguntei se ela me aceitaria no cargo. A princípio ela não acreditou muito, mas depois viu que eu falava sério então aceitou, só fez uma ressalva que preciso falar com você, terá dias que chegarei mais tarde, pois ela trabalha até as vinte horas, tudo bem?
– Tudo bem, se quer espero que seja feliz.
Tudo acertado em casa, três dias depois eu começava no consultório. Não vou dizer que foi fácil, mas com esforço e dedicação eu já desempenhava todas as atividades com muita presteza, tanto que a própria Dra. Fabiana elogiou meu desempenho. Os dias transcorriam muito prazerosamente. Era final de ano e meus filhos tinham saído de férias, viajando com meus pais para o interior. Meu marido também estava de férias, mas como eu não tinha direito ele resolveu ficar e me fazer companhia. Numa quarta-feira ao sair para trabalhar, beijei meu marido e lembrei que chegaria tarde, pois era dia de sair as vinte horas. Ele me beijou e falou para eu ficar tranquila, pois me esperaria para jantar. Ao chegar no consultório achei estranho, pois ainda estava fechado, mas como tenho chave eu abri e comecei a preparar para o atendimento. Pouco depois a Dra. Fabiana me liga dizendo que houve um imprevisto e não viria no dia de hoje. Pediu que eu ligasse para os pacientes agendando um novo horário e depois podia ir embora. Assim eu fiz e uma hora depois eu fechava o consultório e já voltava para casa. Cheguei e deixei o caro na rua, pois ia aproveitar para ir até o mercado comprar algumas coisas. Entrei em casa e estava tudo quieto, mas quando me aproximava do meu quarto eu ouvi gemidos, como se fosse de alguém tendo prazer. Achei estranho, pois meu marido estaria sozinho em casa naquela hora. Parei onde estava, fiquei atenta aos sons e para minha surpresa ouço a voz desconhecida de outro homem que dizia:
– Vai putinha rebola essa bunda gostosa para o seu macho.
Fiquei apavorada, para quem ele estaria falando isso. Meu pavor foi ainda maior quando ouço os gemidos de outro homem. Crio coragem e caminho em direção ao meu quarto. A porta estava aberta e o que vejo me deixa estarrecida, meu marido estava de quatro na cama e atrás dele tinha outro homem que o sodomizava. Faltou o chão sob meus pés. Escorei-me na parede sem reação alguma, nem de gritar, nem de chorar e muito menos sair dali. Eles não notaram a minha presença, então decidi ver até onde ia aquela pouca vergonha. Olho com mais atenção e vejo que meu marido usava uma calcinha minha e o outro homem dizia:
– Adoro comer um macho feito putinha como você, ainda mais usando a calcinha da mulher.
Meu marido rebolava e pedia:
– Vai caralho me fode gostoso… assim macho tesudo soca o ferro no meu cuzinho.
O outro homem fazia exatamente o que meu marido pedia e metia na bunda do meu marido. Aquela visão e as palavras chulas que eles diziam começou a mexer comigo e uma sensação estranha começou a tomar conta do meu corpo. Não sabia ao certo o que, mas comecei a sentir um calor diferente que nascia no meio das minhas pernas e subia até o meu rosto. Sem ter domínio da minha racionalidade, levei minha mão até a minha xoxota e comecei a esfrega-la, inicialmente sobre o tecido do vestido que eu usava e depois por baixo, quando inclusive enfiei a mão dentro da calcinha. Fiquei chocada comigo mesma, pois eu estava encharcada, completamente melada como não lembro de ter ficado antes. Meus olhos não saem de onde estão os dois. O desconhecido segurava meu marido pela cintura e metia no seu rabo e pela desenvoltura pela qual meu marido agia era evidente que aquela não era a primeira vez, então comecei a entender porque meu marido não me procurava para sexo, ele na verdade gosta de usar o outro lado. Estava nessa reflexão e com o dedo atolado na minha bucetinha quando noto um movimento diferente sobre a cama. Me escondo um pouco mais, no exato instante em que o macho tira o pau de dentro da bunda do meu marido, arranca a camisinha e a joga no chão. Ele fica de joelhos sobre a minha cama e meu marido deitado à sua frente começa a chupar o pau do homem, que se diga de passagem era enorme. Ele lambia a cabeça, dava beijinhos, enfiava na boca e em seguida ia engolindo aquela tora. Ele não conseguia engolir tudo, mas mamava e dizia:
– Ai que delícia… como eu gosto de uma rola dura como a sua… hummm quero mama-la todinha… vem macho… dá leitinho para a sua putinha.
O macho então segura o próprio pau com a mão e começa a punhetar. Eu estava em transe e também me masturbava vendo aquela cena bizarra: meu marido dando para outro homem em cima da nossa cama. Quando o homem estava prestes a gozar ele falou:
– Vou gozar putinha, abre bem a boca, vou esporrar nela vadia.
Meu marido abriu a boca e falou:
– Vem tesudo… me dá leitinho… vem gostoso… goza na minha boca.
Assim que meu marido falou isso o macho acelera os movimentos e quando ia gozar direciona os jatos para a boca aberta do safado e ali deposita uma quantidade enorme de porra, como eu nunca tinha visto, mesmo porque até hoje eu só tinha visto meu marido gozando. Ver aquilo foi demais para mim e ao mesmo tempo que o macho enchia a boca do Saulo eu gozava. Foi tão intenso o que eu senti que quase cheguei a desfalecer ali mesmo onde eu estava. Os dois caíram na cama e ali ficaram por algum tempo, como dois namorados, eu desconhecia meu marido. Saí dali onde estava e fui para a sala, sorrateiramente sem fazer qualquer ruído. Minha mente fervia, eu não sabia o que fazer, um turbilhão de ideias me passava pela cabeça, mas qual adotar: entrar lá e gritar, colocar os dois para fora de casa, pegar um cabo de vassoura e quebrar na sua cabeça, não, nada de violência. Ouvia os dois ainda conversando lá no quarto. Fui tomar um copo d’água e ouço o aquecedor ligar, iam tomar banho. Penso rápido e decido o que fazer. Vou para a sala, sento no sofá e ali fico, eles com certeza tinham que passar pela sala. Depois de meia hora os dois entram na sala. Meu marido estancou e na mesma hora ficou pálido como uma folha de papel. Seu amigo, nitidamente constrangido não sabia o que fazer. Os dois estavam paralisados. Não sei como eu consegui, mas mantive a calma e apenas perguntei:
– A farra foi boa?
Meu marido gaguejando disse:
– Eu posso explicar.
– Você acha mesmo que tem explicação – eu disse ainda muito calma.
Ele olhou para o chão envergonhado, tentando achar as palavras que talvez pudessem me convencer. Eu permaneci inalterada, então meu marido falou:
– Querida, deixa o Roger ir embora e conversamos.
– Ir embora porque, pelo que vi ele estava muito à vontade com você, ele fica e conversamos os três, sentem-se.
Os dois sentaram à minha frente, calados, mas eu insisti:
– E aí, não vão me falar se a farra estava boa?
O tal Roger que até então permanecia calado falou:
– Olha Lúcia – o danado até sabia o meu nome – não tenho como negar, estava bom sim.
Safado e atrevido o filho da puta. Falou aquilo com tanta naturalidade e me encarando nos olhos, seu tom era desafiador, mas eu tinha começado a pagar para ver até onde ia aquela situação, mas nem eu mesma tinha certeza onde queria chegar. Olhei para meu marido e, deixando de lado todo o pudor que carreguei minha vida toda, perguntei:
– Há quanto tempo o Roger te come?
Meu marido levanta os olhos como que implorando para que acabasse com aquilo, mas eu estava irredutível:
– Não vou perguntar de novo, há quanto tempo ele te come?
– Já faz alguns anos, trabalhamos juntos lá na empresa.
– Só ele te come ou você também mete no rabo dele?
– Só ele me come.
– E você sempre usa minhas calcinhas quando está dando para ele?
Ainda mais constrangido meu marido falou:
– Ele sente muito tesão em saber que uso suas calcinhas, então sempre uso para ele.
Como eu não sabia onde aquele joguinho ia parar, fiquei assustada com as sensações que eu voltava a ter. Senti minha xaninha molhar de novo com aquela conversa, então resolvi avançar ainda mais o sinal:
– E você Roger, gosta de comer a bunda do meu marido?
Agora o pilantra dá um sorrisinho sacana e fala:
– Muito, ele me faz gozar como poucas mulheres conseguem.
– Você é casado Roger – eu perguntei.
– Sou.
– E sua mulher sabe que você gosta de foder outro macho?
– Não, ela é careta demais para aceitar tal coisa.
– Então você gosta de ver meu marido usando minhas calcinhas.
– Sim ficam lindas nele.
– Você acha que ficam mais lindas nele ou em mim?
Neste instante meu marido reclama:
– Caramba Lúcia, onde está querendo chegar?
– A lugar nenhum, mas se você quiser que cheguemos vou te dar algumas opções e você escolhe: primeira – você pega todas as suas coisas e some daqui de casa; segunda – conto para toda a família o que vi hoje e você tenta se explicar para todos, inclusive seus filhos, ou terceira – você fica quietinho e de hoje em diante vai fazer tudo o que eu quiser, qual sua decisão?
Ele permaneceu calado por uns instantes e depois falou:
– Parece que não tenho escolha né.
– Tem sim – eu disse – são três alternativas, basta escolher uma delas.
Ele sorriu meio sem graça e falou:
– A terceira né querida.
– Mas saiba que se você em algum momento vacilar as outras duas sempre serão alternativas possíveis de serem aplicadas.
– Tudo bem querida, não vou vacilar.
Sentindo-me dona da situação eu continuei:
– E aí Roger, não vai responder a minha pergunta?
O cafajeste não prestava mesmo e logo disse:
– Agora que te conheço estou na dúvida, pois tanto a sua bunda quanto a do Saulo são tentadoras.
Sem pensar duas vezes eu falei:
– Então vamos tirar a prova, vamos lá para o quarto de novo.
Meu marido ia esboçar uma reclamação, mas lembrei-lhe das outras alternativas e de imediato ele se calou. Chegamos no quarto, peguei duas das menores calcinhas que eu tinha, entreguei uma para o meu marido e falei:
– Vista.
Ele sem ter alternativa tirou a roupa, vestiu a calcinha e ficou de camiseta, mas mandei:
– Só de calcinha.
Ele tira e fica só de calcinha. Entro no banheiro, tiro minha roupa, visto a outra calcinha e o sutiã que fazia parte do jogo e volto para o quarto. Meu marido arregala os dois olhos não acreditando na minha ousadia. Fico ao lado do meu marido e pergunto ao Roger:
– E agora, qual das duas putinhas fica melhor de calcinha?
Ele dá uma volta em torno de nós e diz depois de avaliar um tempo:
– Olha, para ser sincero as duas tem uma bunda deliciosa.
Eu estava totalmente descontrolada, mas ao mesmo tempo excitada em estar quase pelada na frente de um homem que eu nunca tinha visto na minha vida. Agora foi a minha vez de sorrir com alguma safadeza e falei:
– Pelo jeito o meu marido gosta mais de ser a sua puta do que comer a dele, já que quase não me procura, então acho que precisamos fazer com que o Roger tenha duas putas para foder, não é mesmo meu querido maridinho?
Ele ficou calado sem nada responder, mas eu insisti:
– Não ouvi você dizer nada Saulo.
– Não tenho o que dizer.
– Claro que tem e como tem, ao ver seu desempenho na cama com o Roger, ficou nítido para mim que o seu negócio é dar a bunda e não comer uma buceta, a minha buceta, então precisamos de alguém que a coma, não acha?
– Caramba Lúcia não é bem assim, claro que eu gosto de buceta, mas fazer o que se também gosto de tomar no cu.
– Perfeito então, a partir de hoje você não vai mais precisar esconder isso de mim, pode dar quantas vezes quiser e pra quem quiser, mas vamos compartilhar seu machos.
– Isso não – bradou meu marido.
– Isso sim – eu disse – do contrário saio daqui agora e vou na casa dos seus pais, acho que eles não ficarão muito felizes em saber o motivo pelo qual estou me divorciando.
– Não faça isso pelo amor de Deus.
– Não farei, desde que nosso acordo seja selado aqui e agora.
Ele refletiu um pouco e vendo não ter chance alguma de prolongar a discussão acabou concordando. Satisfeita eu falei:
– Mas hoje eu não vou dar para o Roger, apenas quero vê-lo comendo você de novo.
Peguei uma poltrona que estava ao lado, sentei e disse:
– Estou pronta, vai Roger, fode a puta do meu marido de novo, antes fiquei escondida, agora estarei aqui ao lado, vendo de pertinho essa puta gemendo na sua rola, temos a tarde toda, não precisa ter pressa.
Ele rapidamente tirou sua roupa e ficou pelado. Seu pau já estava duro. Olhei direto para aquela tora, muito maior que a do meu marido e de pronto imaginei como seria aquilo tudo me possuindo. Ele encocha meu marido e esfrega sua vara na bunda dele. Observo com mais atenção e não é que o danado tinha mesmo uma bunda tentadora, até eu fiquei com vontade de dar uns apertões. O Roger então vira meu marido de frente para ele e faz com que se ajoelhe, dizendo:
– Vai putinha, chupa minha rola para a sua mulherzinha ver, mostra para ele como você sabe fazer uma gulosa.
Meu marido que a princípio se mostrou tímido, assim que sentiu a rola roçando nos seus lábios perdeu qualquer inibição e abocanhou a vara do amigo, chupando e lambendo com gula, como seu eu nem estivesse ali no quarto. O Roger delirava e dizia:
– Olha Lúcia como seu marido gosta de uma pica, sempre foi assim, faz cindo anos que eu como ele.
Aquilo foi demais para mim, arranquei a calcinha, coloquei uma das pernas sobre o braço da poltrona e comecei a me masturbar alucinadamente, eu não estava me conhecendo, de pura e recatada para uma puta vadia e exibicionista em pouco mais de duas horas. Depois de muito mamar na rola do amigo meu marido sobe na cama, fica de quatro e fala:
– Vem meu macho, mete de novo essa rola no meu cu, mostra para a minha mulher como você sabe me comer bem gostosinho.
O Roger pega uma camisinha e coloca no pau. Cospe no rabo do meu marido e sem muita preparação entra com sua rola toda até o talo. O puto do meu marido estava completamente arrombado, quanto mais o Roger metia, mais ele rebolava feito mesmo uma puta vadia. Eu já não me aguentava mais e com rápidos movimentos dos meus dedos na buceta eu gozava copiosamente, decididamente eu tinha enlouquecido. Os dois na cama continuavam o embate. O Roger segurava meu marido pela cintura e socava pau para dentro do rabo dele e meu marido batia punheta, na ânsia de gozar com o pau do amigo comendo seu cu. Esse enlace não demorou e logo os dois gozaram, com meu marido esporrando sobe o lençol da nossa cama. Nós três ficamos ali quietos, sem trocar uma só palavra, até que o Roger disse que precisava ir embora. Ele foi ao banheiro, tomou uma ducha, secou o corpo, se vestiu e na hora de ir embora eu falei:
– Vai preparando essa rola, porque das próximas vezes você terá que satisfazer duas putas.
Antes que ele saísse eu fiz questão de beijar sua boca para que meu marido visse e ao mesmo tempo em que dava um leve apertão no seu pau. Assim que ele saiu eu virei para meu marido e perguntei:
– Quer fazer algum comentário?
Ele disse que não e a partir daquele dia eu meu tornei uma outra mulher.

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