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Sou Tarado por travesti

  • 15 de novembro de 2018
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Quando assisti ao primeiro baile “scala gay” na tv, fiquei surpreendentemente excitado ao ver travestis semi-nus rebolando em frente à câmara, com aqueles corpos perfeitos suados e ardendo em sensualidade. Desde então, nutro um desejo incontrolável por eles. Passo a narrar a minha última experiência, por ter sido a mais gostosa e por não haver aquela ansiedade maluca que marcou os meus primeiros contatos com essas máquinas de sexo.

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Estava delirando de tesão, salivando por um traveco gostoso, quando passei na avenida que concentra grupos de travestis que fazem programa na minha cidade, retornei, passei de novo e o tesão aumentava assustadoramente. Foi quando avistei uma loiraça – 1,80m, pernas grossas, bumbum perfeito (redondo e arrebitado), bronzeada – e quase perdi o fôlego. Dei mais uma volta e resolvi abordá-la. Brenda era gentil e logo combinamos um programinha e fomos ao motel mais próximo, já que eu já estava louco de desejo. No caminho fomos conversando e não resisti a tocar aquelas coxas gostosas que iam ao meu lado. Ela retribuiu com apertos delicados no meu pênis duríssimo, por sobre a bermuda. Chegando ao motel, comecei a saciar a minha tara com um demorado beijo de língua, molhado, mordido. Vendo aquele monumento já quase nu, pedi que fizesse um strip pra mim.

Ela ficou em pé na cama e começou a rebolar bem devagar, no ritmo de uma balada que tocava no rádio, com movimentos que a faziam ficar de cócoras, simulando movimentos de cavalgada, acariciando-se lentamente e tirando peça por peça, que jogava em meu rosto como que me provocando. Após tirar a miniblusa, surgiram peitos pequenos, mas muito gostosos, com os mamilos já entumecidos, os quais ela ficava apertando, enquanto movimentava a língua pelos lábios carnudos. Depois, ficou de costas pra mim, com uma minissaia curtíssima quase batendo no meu rosto, até que vagarosamente a tirou, restando somente uma calcinha vermelha minúscula, toda enterrada na bunda, quando já se podia notar um volume (ainda tênue) entre suas pernas. Então ela pediu, com a voz doce, já colocando-se deitada ao meu lado, que eu tirasse sua calcinha com a minha boca, bem devagar.

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Obedeci prontamente, mordendo as laterais da sua calcinha e em movimentos vagarosos tentando descê-la pelas coxas, que, por serem grossas, faziam a tarefa mais difícil do que eu imaginava. O fato é que tínhamos tempo de sobra e ela rebolava tentando facilitar a empreitada. Nesse momento eu estava quase ofegante de tesão, tentando, quando ela abria um pouco as pernas, colocar a boca em seu pinto que já se podia notar quase endurecido. Antes de eu me livrar da calcinha, surgiu, numa das vezes em que ela abriu bem as pernas, um pinto grande, uns 19 cm, grosso, ainda não totalmente rijo, que, instantaneamente coloquei em minha boca salivando de vontade de engolir aquele pauzão, até vê-lo duro entre minhas bochechas. E foi o que fiz. Chupei aquela vara gostosa de todas as maneiras possíveis e imagináveis: lambi inteiro, fiz chupetinha, engoli até onde pude, quase engasgando, bati com ele na minha cara, fiz vai-e-vem em ritmados movimentos, mordisquei a cabecinha… Tudo!

Quando percebi, aquela vara enorme já estava pulsando na minha boca, a ponto de estourar de tesão e jorrar esperma da minha cara. Antes, porém, louca de tesão, Brenda ordenou que eu a enrabasse, ficando deliciosamente de quatro na minha frente, com o bumbum bem arrebitado, me olhando de costas e me chamando (“vem, gostoso…”), sem deixar de masturbar seu pinto enorme. Obedeci, e pedi que ela colocasse meu pau na sua bunda gostosa. Enfiei tudo, tudo, bem devagar. Ela gemia gostoso e eu achava que não ia agüentar muito tempo sem explodir em gozo, vendo aquela bunda redonda, bronzeada, aquele cabelo loiro que eu segurava com força. Comecei, então, a alternar estocadas fortes com movimentos mais compassados, preservando ao máximo aquele momento que antecedia o prazer intenso. Às vezes ela pedia mais. Outras, me chamava de “macho gostoso”. Eu variava minhas ações com mordidas em seu pescoço, palmadas naquele bundão monumental e conseguia masturbar seu pauzão gostoso. Não deixava também de chupar sua língua molhada quando ela me olhava por sobre os ombros.

Depois de suarmos de tanto tesão com aquela transa maravilhosa, não me contive e dei bombadas fortíssimas naquele rabo gostoso, ao que ela respondia com gritos e gemidos altos, até que, enfim, gozei alucinadamente! Fiz um verdadeiro escândalo de prazer, com aquele tesão rebolando a bunda até colher minhas últimas gotas de prazer. E foram muitas, jorros quase intermináveis! Prazer total, imensurável. Percebi que ela também queria gozar, e não ia deixá-la frustrada após uma transa inesquecível como aquela. Após ela ficar deitada se masturbando, tirei as suas mãos daquele pintão e assumi o comando, colocando-o na boca e fazendo movimentos de penetração, tão rápidos que ela enlouqueceu de tesão, dizendo que aquilo era a coisa mais gostosa que já tinha sentido em matéria de sexo oral. Senti, depois de alguns instantes, que o seu gozo se aproximava com mais força, de tal modo que ela segurou firme na minha cabeça e enfiou na minha boca como se estivesse me penetrando, até que gritou que ia gozar. Eu então tirei aquele pauzão da minha boca e esperei pelo jorro, que veio forte na minha cara, quente e viscoso, várias vezes. Era extasiante senti-la daquela maneira… Ficamos abraçados na cama por alguns minutos e, após o banho, adormecemos. Acordei primeiro e chupei aquele pau gostoso até que ela gozasse novamente.

Ela retribuiu em seguida e, após algum descanso, fomos embora. Tínhamos perdido a noção do tempo e era quase manhã. Deixei-a em casa e fui dormir. Procurei-a diversas vezes, mas nunca mais a vi. Espero que um dia possa repetir a dose! Que noite deliciosa!

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