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Dei para o meu primo no natal

  • 25 de dezembro de 2018
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Ele me pegou por trás sem que eu esperasse. Foi rápido e suspendeu a mini saia quase ao mesmo tempo em que já descia a calcinha. Como eu vivia molhada na presença dele, a mão grande encontrou uma umidade que logo já seria uma poça de escorrer pelas pernas. Dos dedos secos para a cabeça lisa do enorme cacete foram dois segundos. Penetrou firme me segurando pela cintura e me fudeu em pé mesmo. Rapidinha deliciosa que deixou a buceta cheia do esperma quente que logo também já escorria grosso. Naquelas alturas, era a qualquer hora e mais de uma vez por dia. Gozou em minhas carnes de puta e voltou para a bancada em silêncio, apenas me encarando com ar de cumplicidade. Logo estava picando de novo os ingredientes do vinagrete como se nada tivesse acontecido. Durante a trepada, eu vigiava meu marido através da janela da cozinha. Alegre, estava lidando com a churrasqueira, enfiando a picanha nos espetos e conversando com a esposa do meu fudedor. O domingo de sol estava começando bem e eu agora estava muito excitada.

Subi as escadas ofegante, me fechei no banheiro e me masturbei gostoso ainda com a buceta lambuzada. Era excitante demais toda aquela situação. Enquanto meu marido dava em cima da corninha achando que era o gostosão, eu dava de todas as maneiras pra nosso convidado de honra. Eita semana foda! Era a semana de natal e o sacana pauzudo que me comia era o primo dele. Uma delícia de homem, safado que só! Ele tinha vindo pra passar o fim de ano com a família. Acabou hospedado aqui em casa porque não tinha mais espaço na casa da minha sogra. No ano passado, ele ficou me cantando sem parar e nós criamos um vínculo de segredo e de cumplicidade que não deu em nada, pois não tive coragem de me entregar a ele. Neste ano, foi muito estranho o fato de eles ficarem aqui na nossa casa, acho que ele provocou meu marido pra convidá-los ou coisa parecida. Não sei bem como, mas fiquei molhada apenas ao saber que iria passar uma semana inteira com aquele cara na intimidade de minha casa espaçosa e cheia de possibilidades. Ele era feio, mas tinha um corpão. Era bombeiro e cheirava a homem de verdade.

Dessa vez, a gente se atracou no primeiro dia. Consenti logo de cara porque precisava melhorar minha autoestima e porque estava muito carente. Meu casamento estava em crise depois que meu marido confessou algumas sacanagens do passado. Além disso, acho que a gente já não transava tinha mais de dois meses. Tenho pouco mais de trinta e ainda sou muito fogosa. Me cuido, tenho a sorte de ter um corpinho lindo e me visto muito bem. Isso deixou o priminho apaixonado no ano passado. Neste ano, ele já foi chegando dono da situação e eu correspondi sem pensar duas vezes.

Resultado: na primeira noite aqui em casa, já rolou um demorado beijo que depois de sair pra jantar virou nossa primeira transa no banheiro do restaurante. No meio da refeição fui sozinha retocar a maquiagem. Até chamei a priminha, mas ela disse que não estava precisando. Era um toilette grande, tinha três privadas. Notei que estava vazio e que era bem limpo, mas era meio barulhento pois a música de fora invadia o lugar. Por isso, nem notei que ele entrou na minha cola. Quando menos pensava em ser abordada, já senti alguém me pegando por trás. Virei assustada e me deparei com um dos sorrisos mais sacanas do mundo. Ele era alto e foi me encoxando pra dentro do sanitário. O cubículo tinha paredes que davam até no piso em vez daquelas que deixam as canelas visíveis. Ainda bem, pensei de relance, assim ninguém poderia nos ver. Nos beijamos outra vez intensamente e já fomos pra o que interessava. Ele me sentou na tampa do vaso e enfiou o pau na minha boca que nunca tinha experimentado outro fora do matrimônio. Chupei com gosto e com naturalidade, isso era minha especialidade. Também teve que ser rápido e não pude dar todo o prazer de um boquete de qualidade naquela primeira loucura. Eu estava super no ponto, já pingando. Então ele me pois contra a parede, não falava nada, me baixou o jeans e a calcinha e meteu gostoso. Com o marido, sempre precisei de lubrificante, mas com ele eu deslizava só pela natureza e a tora dele entrou de uma vez, com força e rasgando. Eu não senti dor, me senti arrombada, preenchida, com uma pressão que eu não conhecia. Comecei a esfregar meu grelo instintivamente ao mesmo tempo que ele socava a pica num vai e vem muito forte a ponto de me levantar a cada investida. Gozamos juntos e com uma intensidade que era proporcional à potência daquele macho! Gigantesca! Tive que conter meus gemidos e o grito final que me deu vontade de soltar. Como parte de nossa aventura pervertida, ele apenas suspendeu o zíper e saiu de volta à mesa sem nem se lavar. Eu fiquei lá ainda uns bons minutos que levei para me limpar e para fazer o que tinha ido fazer. Claro que lavei bem as mãos!

Depois daquela abertura da semana, a gente voltou a fuder várias vezes em rapidinhas deliciosas e perigosas. Acho que nunca senti tanto medo de ser pega fazendo algo proibido e isso me excitava bastante, aumentava a sede de depravação. Mas eu queria sentir ele por completo, precisava dele por um tempo maior e na horizontal. Eu não sabia como, mas sabia que ele também estava pensando no mesmo e tenho certeza de que nós dois não pensávamos em outra coisa a não ser em uma maneira de ficar a sós. E esse momento finalmente chegou e em uma das ocasiões mais improváveis!

Foi na véspera de natal que ele me levou pra cama. Já estávamos todos reunidos, a enorme família, na casa da minha sogra. A bebida já rolava solta, cerveja, vinho e um ou outro copo de uísque. A esposa dele resolveu ir à missa que ocorria no começo da noite e foi acompanhada pela maioria das mulheres da família. Homens e crianças ficaram comemorando e meu marido encheu o rabo do tal uísque e capotou em um dos sofás da casa enorme em que sua mãe ainda morava. Ela estava viúva havia anos, mas insistia em manter o casarão que tinha um enorme campo de futebol nos fundos, junto com um pomar e uma grande área verde que parecia uma mini mata atlântica. Havia vários quartos, mas meu amante achou de me chamar para o quartinho do caseiro que ficava fora da casa, prá lá do campinho. Eu estranhei, mas não refuguei. Logo percebi que ali era o melhor lugar para nos encontrarmos. Era longe das crianças, era discreto, esquecido de todos e era afastado o bastante pra ninguém ouvir nossas vadiagens. O caseiro estava viajando pra casa de parentes, era natal, e não sei como, mas o primo safado conseguiu as chaves daquele matadouro. Então eu fui depois dele, me certifiquei várias vezes de que ninguém me olhava e logo eu estava invisível, todos pensando que eu estaria também na missa.

Bati na porta duas vezes e já entrei com ele me agarrando. Não tive nojo de deitar na cama do caseiro, pelo contrário. O cheiro era de homem e só me dava mais tesão. Ficamos pelados pela primeira vez e tínhamos pelo menos uma hora de missa pra nos acabarmos em uma foda muito foda. Que grande ousadia a nossa! Nem pensávamos nas consequências de sermos pegos, mas apenas éramos guiados por nossos instintos animalescos na maior sacanagem.

Ele começou me chupando toda. Não tardou, estávamos em um meia-nove maravilhoso. Ele se deitou sobre meu corpo frágil e me amassou sem dó. Pica na boca e boca na buceta por muito tempo, que tesão! Nunca pensei em sentir tanto prazer! Depois das chupadas mútuas, ele me comeu em um papai e mamãe que nunca mais me esquecerei. Foi a primeira vez que fudemos cara a cara. O peso dele nunca mais me deixará, a memória dos pêlos exuberantes do peito largo grudados nos meus seios nunca me deixará. O hálito forte e o ímpeto de meter fundo também ficaram pra sempre comigo. De novo ele me carregou da sua porra abundante e cheirosa. Minhas pernas tremiam, mas grudavam com sua cola viscosa. Nossos sexos unidos e latejando e o suor e o calor de nossos corpos nos faziam vibrar em uma única frequência e nos transformavam em um único ser. Como eu desejei que aquele homem fosse meu marido! Queria muito! Queria menos ser puta e queria muito mais levar aquela semana de traição a uma situação de equilíbrio conjugal. Eu não tinha qualquer arrependimento, apenas tinha o sentimento de paz no coração. Estranho, mas pular a cerca tinha me deixado mais próxima do meu marido e eu sentia meu casamento renovar.

Antes de a missa terminar, nós já estávamos no convívio da família outra vez. A ceia transcorreu na maior paz e meu amante e eu agíamos como se nunca tivéssemos nem conversado. E isso era verdade de certa forma, nossa maior conversa teve poucos segundos e nenhuma profundidade. Nossa relação era só sexo e sexo e pronto. Meu presente de natal não foram as trepadas arriscadas e deliciosas, mas o efeito positivo que elas tiveram no matrimônio que eu ousei macular e que desde então saiu fortalecido.

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