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Atolando na minha mãe

  • 18 de março de 2021
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Bom, depois de tanto ler contos de incesto e punhetar com eles, venho escrever um para os Marmanjos e para as Delícinhas também, vou assinar sempre como Anonicontos por privacidade a mim e a todas as pessoas envolvidas nos meus contos!

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Quando era adolescente, corpo mediano(nem gordo nem magro), 1.70 de altura, 15cm de rola, estava sempre na punheta, era como um esporte pra mim, quanto mais eu tocava em um dia, mais eu queria tocar no outro(se tocar 2 hoje, tenho que tocar 3 amanhã) esse era o meu pensamento, sempre fui meio infantil e tal hehe’

Certa vez estava viajando somente com minha mãe para a praia, meu pai não estava pois precisava tratar alguns negócios antes de entrar de férias. No primeiro dia na praia, encontramos uma casinha para ficar-mos hospedados durante as férias, após arrumar tudo, fui dar uma volta na orla e deixei minha mãe em casa, pois ela disse que estava um pouco cansada por culpa das correrias e estava com medo de ir para a praia tirar um sono e ser roubada(sempre foi medrosa com essas coisas).

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Saí apenas com o celular, pois caso algo acontecesse com minha mãe ou comigo eu seria avisado ou avisaria a ela, eis que após alguns minutos de caminhada, falta luz na cidade toda, pois teria um show mais tarde e a equipe que preparava tudo acabou fazendo cagada nos cabos de energia, por estar muito escuro voltei pra casa e encontrei minha mãe assistindo o canal local na televisão, avisei-a que iria tomar um banho e que logo estaria com ela para fazer companhia, entrei para o banheiro, e enquanto tomava meu banho, bateu aquela vontade de tocar uma, desliguei o chuveiro e fiquei naquela, fiquei uns 5 minutos tocando e de repente entra minha mãe no banheiro e eu tento esconder a ereção com a toalha que estava pendurada, minha mãe diz que foi ver se estava tudo bem comigo, pois estava demorando muito no banho e já fazia certo tempo que eu estava com o chuveiro desligado, quando ela olhou para minhas mãos que tentavam esconder a geba, porém por estar assustado, não percebi que não havia escondido a cabeça.
Minha mãe começa a ficar vermelha e sai do banheiro, enquanto isso eu ligava o chuveiro e tirava o sabão do corpo, sem nem ter ejaculado.

Me visto e vejo minha mãe ainda muito vermelha e envergonhada de ter visto seu filho daquela forma, percebi que ela estava muito acanhada e nem toco no assunto, só digo que a cidade era muito bonita e que a água da praia estava muito boa, ela me responde apenas um, hum…
dei-me de conta que ela ficou sentida com aquilo e vou para frente da casa esperar ela se acalmar, um tempo de pois mais calma ela me chama para tomar café e diz que falou com meu pai que só poderia ir para lá em 6 dias, pois havia dado muitos problemas no serviço dele. Tomamos café e como já era um pouco tarde fomos deitar, cada um em seu quarto.

lá pelas 3h da manhã eu continuava acordado, quando ouço um gemido de choro lá do quarto da minha mãe, me visto e vou conferir oque estava acontecendo e dou de cara com minha mãe chorando, pergunto a ela se ela estava triste com algo ou não gostando da viagem que estavamos a fazer e ela diz, que estava triste por meu pai nãao poder ficar muito tempo com ela e comigo por culpa de serviço, quando de repente vejo ela escondendo algo em suas costas, pergunto oque era e ela diz que não estava escondendo nada, falei a ela que fosse verdadeira comigo e que mostrasse oque era, ela estava escondendo um desodorante roll on que estava no meio das suas pernas, eu perguntei se ela estava se masturbando e ela disse que sim, pois estava com saudades do meu pai, e não tinha uma boa foda a algum bom tempo e disse que ao ver minha rola de cabeça vermelha havia se lembrado de como meu pai fodia ela com vontade antigamente.

Fiquei meio que com vergonha e sem saber oque dizer a ela como consolo, fico pensando longe naquele momento, quando sinto algo no meu nariz, era ela passando o tubo no meu nariz e dizendo, tá sentindo esse cheiro? falei que sim e ela responde, esse é o cheiro de quando eu sinto saudades daquela rola do teu pai. Então ela coloca minha mão no peito dela e pede para que eu consolasse ela, então eu fico passando a mão nos peitos dela como um favor, de repente ela diz, deixa eu fazer uma loucura contigo? respondo que sim meio que sem perceber, e ela vai direto na minha rola e diz que queria ela como quando eu estava no banho, fico sem jeito e aceito que não havia mais volta, eu estava delirando já só com a boca da minha mãe, e escuto ela dizer, não tenta me esconder, eu sei que você pega varias meninas e trata elas como puta, quero que me faça sentir como uma delas, então digo para ela que a faria se sentir uma puta.

Ponho ela de perna arreganhada para mim, e enfio a rola toda babada por ela na sua bucetinha que já estava quase pingando de tão melada, ela me pede para não ter pena e que eu mandasse rola nela como se ela fosse a ultima mulher que eu iria comer na vida, então eu começo a movimentar, cada vez que minha virilha batia na bunda dela ela ia na outra ponta da cama e gemia.
Momentos após, ela pede para que eu pare, pergunto por que e ela diz que tem medo de engravidar do próprio filho, e eu sem gozar ainda já havia feito ela gozar duas vezes, iria ficar na mão, quando por estinto eu disse, então deixa eu comer teu cú mãe, vai deixar teu filho na mão, depois de quebrar essa pra ti? Ela pensa, pensa e diz, tudo bem, más fica sabendo que tu é o primeiro que vai me adentrar pelo cu, ok? então vai com carinho! Respondi que faria com muito carinho, e dou uma bimbada, quando consigo por a cabeça, ela dá um salto e uma gemida que me fez tremer, pergunto se está tudo bem, ela diz que sim e que eu não demorasse pois ela queria gozar mais, então digo para ela que se preparasse, deitei-a de bruços na cama e subi, coloquei a rola inteira de uma vez só, só faltaram as bolas, outra gemida dela, dessa vez ela molhou muito a cama, eu começo de vagar e ela fala quase gritando, que não queria pena, então ela empina a bunda e nós fodemos como se não houvesse amanhã, alguns minutos depois aviso que vou gozar ela me prende com as pernas, me prensando contra o cú dela, não consigo segurar e esvazio meu saco todo de uma vez só dentro daquele cuzinho que eu havia acabado de arrombar.
Sem forças deitamos e sem nem tirar a rola dela, dormimos, e acordamos com uma chamada do meu pai, que havia ligado para avisar, que deixaria o serviço para depois e que chegaria no outro dia.

Minha mãe diz que aquela foi a melhor transa dela e pede para repetirmos, então fechamos todas as portas e janelas daquela casa e voltamos a transar como animais, na época minha mãe tinha 35 anos com um corpo de 24, uma bunda que escondia qualquer um e peitos que suportariam um berçário inteiro, minha mãe era cheia de curvas, tantas, que deixaria qualquer panicat no chão!

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