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Gringo e minha esposa

  • 5 de maio de 2019
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Minha mulher veio toda dengosa pedindo para eu pagar uma ida dela com a comadre e uma amiga da academia num show de pagode em caldas novas. Todas casadas mas espertas. A minha nem me convidou, pois sabe que não sou muito chegado em caldas, e o pior foi que mesmo tendo a grana dela mas na hora h veio pra cima de mim. E nesses bailes é um perigo, ninguém é de ninguém, e tem carinha que adora uma casadinha coroa. Essa comadre e a amiga da academia, bem saidinhas, também casada, inventaram de os maridos não irem. E muitos deles aproveitam

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mesmo para pescar ou ficar num barzinho imaginando os chifres crescendo enquanto azaram as minas. Eu dei uma de durão e resolvi colaborar com uma condição. Eu tenho um amigo gringo noutro bairro aqui de goiânia que adora traçar uma coroinha de preferência as que pagam as contas. O cara é loirão e pintoso e não passa muito tempo sem comer alguma mulher. E não perdoa nem os amigos. Se sua mulher está contigo ele puxa papo com ela na sua frente e dá um jeito de forçar uma intimidade se valendo da condição de estrangeiro bonitão e as vezes conversa mais com a mulher do que com o marido bobão. Dali a pouco ele tá com o número do celular dela e começa a mandar mensagens de whatsapp picantes na maior cara de pau. Não são poucas que ele come sem a menor cerimônia e sem dar a mínima pros maridos seus amigos. A vantagem é que ninguém entende ele direito e a notícia não espalha muito. Enfim, minha condição era ela sair com o cara e mandar a foto pra mim, coisa de corno mesmo. Ficou indignada. Fazer o que? Dá ou desce. Como a festa era no final de semana o tempo corria. Ainda falei para ela decidir logo. Foi a contra gosto mas deu aquela caprichada na depilação. Liguei para o gringo pedindo para ele quebrar o galho e levar minha mulher para um passeio discretamente. O cara não acreditou, perguntou se era sério mesmo, rio pra caramba, mas depois disse que ia caprichar. Pedi para ele fazer tudo por baixo dos panos que a mulher tava precisando experimentar coisas novas. Lembrei para não falar para ninguém. Como ele mora noutro bairro distante, mesmo que fale ninguém liga, pois aqui tem corno pra tudo que é lado. O cara foi com ela para Aparecida de Goiânia, aqui perto, e ficaram num barzinho discreto, já a noite na escuridão. Depois foram para um dos muitos motéis da região. No quarto o cara tomou logo uma cerva, paga pela minha mulher. Ela também pegou uma e brindaram rindo. Pau duro e o cara meteu pica. Dali a pouco o watsapp começou a pipocar de foto da metelança. Pica dentro, buceta arreganhada, mulher chupando rola, o cara chupando, pica na buceta de novo, sobe e desce, sobe e desce. Nisso chegou um compadre meu pra papear. Outro corno. Perguntou pela mulher e disse que tinha ido na manicure. Ele lembrou da casada que disse ao marido que tinha ido na manicure e foi pro motel e fez piadinha barata. Eu rindo, o watsapp pipocando, e ele rindo. Ficamos tomando uma cerva até que lá pelas oito e meia ela chegou em casa e me deu um beijo na boca rapido. O compadre perguntou se ela ia no show de pagode com a mulher dele, que só deixaria se ela fosse. Ela disse que ia e me pediu logo o dinheiro, depois que eu dei ela riu e disse que nunca tinha ganhado um dinheiro tão fácil. Discretamente dei um beliscão nela. O compadre cara de pau e corno ainda fez piadinha da manicure e minha mulher ficou boiando e riu olhando para mim sem entender. Quando expliquei ela mostrou as unhas pintadas para ele, que não entende nada de unha pintada e disse que tinha ido mesmo na manicure e que a mulher dele devia ir também no salão do gringo. Dei outro beliscão nela e o cara riu sem entender nada, coitado. A noite na cama peguei ela pra uma trepada e a buceta estava gostosa como sempre. Lavou tá novo. Disse que estava doida pra ir para caldas no show de pagade com as amigas e eu lembrei a ela pra tomar cuidados com os carinha papa coroas. Pode deixar, ela disse rindo. Voltaram no domingo de carona cada uma num carro diferente, dizendo ser uber. O cara ainda ajudou a levar a mala e tomou um suco. Gente fina, bom papo. Virou amigo da mulher.

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