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Dando Uma Chupada de respeito

  • 26 de outubro de 2018
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Me chamo Russ. Sou natural de São Paulo. Tenho 40 anos, loiro de cabeça raspada, olhos verdes e barba. Tenho 98 kilos bem tudistribuídos e apesar de não fazer academia, não tenho um corpo obeso. Vamos ao contoem agosto eu estava na rodoviária do Tietê aguardando um ônibus para Barretos, meu destino era e festa de peão de Barretos. Gosto muito e todo ano eu vou, mas esse anos resolvi ir de ônibus por motivos de segurança. A turma que sempre vou, foram dois dias antes, eu não fui por causa do trabalho. Sexta a noite, eu na fila da rodoviária, lotada, entrei no ônibus e sentei, a poltrona do meu lado estava vazia e o bus já ia sair, então sentei na janela, mesmo não sendo a minha poltrona, já que estava vazia. O motorista deu partida e então uma moça chega correndo atrasada, entra e chega até minha poltrona, olha pra mim e eu pra ela. Me toquei que ela queria o lugar dela e me levantei, ela agradeceu com um sorriso e sentou. Ficamos uns 10 minutos sem se falar, então ela pega um chiclete e me oferece, agradeço e não pego, ela

insistiu e colocou na minha mão e disse que era presente. Começamos a bater um papo, aquelas perguntas de se conhecer e tal, a conversa estava muito boa, rolava uma química e uns olhares bem interessantes. Ela pediu licença para ir ao banheiro mas disse que não era preciso de levantar e se espremeu toda para passar por cima de mim. Nossa, suas coxas rasparam minhas pernas nas, que delícia, grossa, sua bunda passou bem próximo a minha cara e logo imaginei aquele bundão gostoso só pra mim. Não demorou e ela voltou com uma Baton nos lábios é um sorriso gostoso. Continuamos a conversar mas ainme surpreendi, ela me beijou! Juro que eu já ia fazer isso, mas ela foi mais rápida. Que beijo bom, molhado, com suas mãos na minha barba, e a minha mão na coxa ela, é que coxa dura, uma delícia. Passei minha mãos sobre a cintura dela é ficamos abracafinhos. Viajar de madrugada é bom que todo mundo dorme, então suas mãos passaram sobre meu par que já estava expliodindo, ela apertava e me beijava, seu beijo estava ótimo e melhor ainda quando coloquei a mão dentro da calça dela. Pqp! Imagina uma bunda macia, cheirosa, fiz questão de cheirar minha mão e estava uma delícia. Chegamos na cidade de Araraquara e o ônibus fez uma parada para alimentação de 30 minutos. Saímos e comemos bem rápido e em seguida fomos atrás do estabelecimento, procuramos um local e encontramos uma caixa d’água, ali começamos a nos beijar num desejo desenfreado, minha mãos judiaram sua buceta por cima da calça e a sua o meu pau, sussurros de prazer e respiração ditavam a frequência da safadeza. Em meios aos beijos e abraços ela se vira e encaixa sua bunda no meu pau, coloca as mãos na parede e empina a bunda, rebola como se estivesse sendo penetra e eu só retribuindo. Não suporto e tiro meu pau pra fora, passo na sua bunda e pego sua mãos e coloco sobre ele. Ela toma um susto e se vira me chamando de safado, se ajoelha e pega no meu cassete com as duas mãos olhando nos meus olhos, começa a me punhetar com uma vontade deliciosa, passa a língua na cabeça e do nada, sem eu esperar, ela abre minhas pernas, levanta meu saco e passa a língua entre meu saco e meu ânus! Que delícia, pirei, endoidei! Ela se levantou com medo de alguém aparecer, eu não estava me preocupando, estava parado, com o pau muito duro olhando pra ela, nos beijamos novamente com ela segurando meu cassete, minhas mãos sobre os seios dela. Eu precisa chupar aquela buceta, porque amo chupar buceta, o gosto, o melado na minha barba me fascina.

Pedi pra ela abaixar a calça, ela respondeu que tinha que ser rápido, então ela encostou na parede e ficou de quatro, abriu as pernas e vi seu grelinho exposto, lindo e cheiroso. Vai de boca! Isso mesmo! Uma volúpia deliciosa, parecia que era a última buceta da minha vida! Ela rebolava cada vez que eu chupava o cuzinho dela, estava uma delícia e não demorou muito e ela gozou, nosssaaaaa! Que delícia! Que gostoso, aquele melado na minha barba. Me levantei e coloquei a cebecinha na entradinha da buceta dela, tinha que ser rápido, ela olhou pra trás com uma cara de safada e disse…..vai logo porra! Me fode! Olha! Confesso! Foi a foda mais rápida da minha vida! Dei algumas bombadas fortes e violentas, ela retribuiu, Aqua coisa de tesão mesmo! Gozei, tirei e deixei pingar no chão, ela se virou e me chupou mais um pouco, se levantou, me beijou e colocou a calça. Me arrumei também é saímos ara o bus que já ia sair. Sentamos e com a cara de safados conversamos, e usando fomos trocar o telefone, percebi que o meu ficou lá na caixa d’água! Que azar! Mas valeu a pena! Trocamos mensagens até hoje! Bjs

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Comentários

3 respostas para “Conto Gay – Cuzinho arrebentado sem dó”

  1. Alec disse:

    Pqp um dos melhores contos que já li.Sua esposa deve ser aquela bonitas novinhas e fogosas.Parabéns pela sua atitude.Eu simples mortal que já transei com casais e hj estou com 46 anos provavelmente nunca terei uma.chance com.uma.safada gostosa feito sua esposa mas Se quiser e puder manda uma imagem.dela pra mim do corpo não precisa ser do rosto.E maridos corninho também,noivos e namorados.Vc deveria come la de vez em.qd é muito tesão.
    Onze nove cinco dois sete três meia dois quatro três
    More o claro 46 anos ativo para o casal simples educado honesto sigiloso discreto 18cm de rola sou de SP da região do ABC Paulista

  2. homem disse:

    OLá a todos.Procuro mulher fogosa ou casal cujo marido tenha vontade de ver sua amada transando comigo.
    Moro no interior de sp onde tenho local discreto mas posso ir até vocês
    Não quero sexo virtual, prostituição ou drogas.
    Quero conhecer vocês para quem sabe proporcionar prazer mútuo, de forma educada, amigável e discreta, com higiene e segurança?
    [email protected]
    contato inicial somente pelo e mail acima
    Aguardo resposta.
    Ser encoxada dá tesão, mas a mulher tem que gozar gostoso depois
    ​​​​​​​Bjs

  3. Robert disse:

    Sou do Rio de janeiro e adoro foder casada na frente do matido, é só me chamar…

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