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Primeiro ménage com a minha esposa

  • 23 de maio de 2020
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Por questões de sigilo os nomes dos envolvidos aqui nesse texto serão alterados, mas a história é real. Meu nome é Marcelo, 27 anos, casado com Gaby há 3 anos, totalizando quase 9 de relacionamento. Somos um belo casal, nível superior, sem filhos, admirado por muitos, principalmente ela, que é um mulherão: uma loira linda, alta (1,70m), gostosa (sempre malhou), bunda grande, pernas grossas e torneadas, educada, inteligente e bem safadinha na cama rs. Nosso sexo sempre foi intenso, já fizemos várias aventuras, entre elas sexo no carro em inúmeros locais, na areia da praia, na piscina, hotéis, motéis, entre outros. Com o tempo fomos apimentando um pouco mais a relação incrementando algumas brincadeiras, assistindo vídeos, imaginando coisas na cama, mas umas delas chamou mais atenção que as outras: o ménage masculino. Sempre que imaginávamos a gente transando a 3 (com outro homem, sem bí) a foda era muito mais intensa de ambas as partes. Ela adorava a ideia de ter 2 homens no quarto, fazendo tudo o que tem direito e eu adorava tanto o fato de vê-la tendo o máximo de prazer possível (geralmente sinto mais prazer quando ela sente rs) quanto imaginando vê-la transando com outro homem, enxergar o que eu faço com ela, mas não consigo ver, poder admirá-la “entrando em ação”.

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O tempo foi passando e resolvemos pesquisar um pouco mais sobre o assunto, lendo algumas coisas a respeito e vendo alguns vídeos. Ela foi criada no interior e normalmente trás consigo uma bagagem mais conservadora, uma mente mais fechada, que é resultado da criação limitada, mas já é uma mulher, com sonhos, vontades, desejos e principalmente na busca por mais liberdade e realizações pessoais, as quais estava descobrindo-as e que existia um mundo bem maior que pensava e por que não explorá-lo? Então eu tive a ideia de criarmos um perfil no SEXLOG, onde a gente poderia ver mais ou menos como funcionava um ambiente voltado a esses fins (liberais) e teria a oportunidade de conversar com algumas pessoas de maneira anônima, tanto com homens (casados e singles), quanto mulheres com alguma, nenhuma ou muita experiência nesse meio. Criamos, ela escolheu o nome do perfil, inicialmente sem foto, e fomos explorando, vendo alguns perfis de casais, dos mais variados possíveis e percebemos que só nesse site existiam mais de 1 milhão de usuários; é muita gente! Foi aí que começamos a pensar: como existe tanta gente nesse meio e não conhecemos nenhum? Achamos a resposta: O mundo nem sempre é um lugar amigável, é preconceituoso, , cheio de pessoas ruins, inveja e os mais variados adjetivos negativos que pode-se falar e, no meio de tanta gente, tantos perfis reais, com casais experientes, o anonimato pairava, pois o que é bom não precisa ser divulgado, mas sim vivido, sentido, lembrado, NÃO exposto.

Inicialmente buscamos falar com mulheres experientes, onde essas poderiam tirar as dúvidas dela e acrescentar informações, ou seja, conversar de uma maneira aberta e confortável sobre o que não se fala entre “pessoas comuns”, amigos, parentes ou etc, mesmo que ambos tenham as mesmas vontades, curiosidades sobre tal assunto. Fomos entendendo um pouco mais, percebendo o quanto era diverso esse meio, cada casal com suas vontade, suas adversidades, mas tinha algo que os “mais vividos” diziam em comum: A relação do casal melhorava muito, desde que já fossem unidos, pois tais atos necessitam de bastante confiança e que procurasse alguém confiável, com alguma experiência, que se adequasse aos limites do casal, que se encaixasse nas vontades e transmitisse segurança. Resolvemos então colocar algumas fotos e a partir disso já deu pra atestar algumas coisas que esses casais disseram. As fotos eram lindas, ela de quatro na cama, com uma lingerie de fio dental, uma mulher escultural retratada, parecia até ser FAKE. O que aconteceu após isso? Uma enxurrada de solicitações de amizade, comentários, e mensagens, das educadas às mais escrotas possíveis (que eram a maioria). Isso elevava um pouco a auto-estima, mas ao mesmo tempo desestimulava, pois era difícil achar alguém para, no mínimo, conversar. Até apareceram alguns caras interessantes, que ela gostou, mas, por incrível que pareça, eles tinham relacionamentos, os quais suas companheiras não sabiam que eles estavam ali. Porém, com esses não existia pressão, apenas conversa saudável e troca de algumas experiências de maneira virtual.

Foi então que decidimos dar um tempo no perfil. Bloqueamos a conta e desinstalamos o whatsapp de um telefone reserva que criamos especificamente para falar com essas pessoas. O tempo foi passando e esquecemos “um pouco” tudo isso, mas não demorou muito para percebermos que quando, durante o sexo, introduzíamos a ideia, melhorava 100%, pois alem de ser algo que ambos tinham desejo, era uma novidade, aquilo que de tantas coisas já feitas entre nós dois, não tínhamos feito, apenas fantasiado. Um certo dia eu mexendo em algumas coisas ví o telefone reserva lá, desligado, então liguei-o e instalei o whatsapp, mas não tinha mensagens. Não demorou muito pra chegar a primeira, de um rapaz que a gente conversava e, por coincidência, era o que mais tinha agradado ela. Ele tinha nossa idade, com pensamentos parecidos, educado, que se encaixava bastante no perfil que a gente buscava se chegasse a realizar tal fantasia, a não ser por um detalhe: ele namorava. Más, ao falar novamente com ele, veio uma novidade interessante, ele havia terminado o namoro, estava SOLTEIRO. Comecei então a brincar com ela sobre isso, falar aos poucos, meio com um tom de brincadeira com um fundo de verdade rs. Uma noite então conversamos e decidimos reativar o perfil do SEXLOG, mas sem fotos, sem mídia, apenas com fins “informativos”, olhando as postagens de outros casais e se imaginando no lugar deles, como também continuar mantendo contato com o então solteiro.

E mais uma vez elevamos os níveis hormonais, dobrando, triplicando a qualidade, tempo e vezes de sexo que fazíamos e percebendo que isso era algo que realmente dava um “UP” em nossa relação. Não apenas pelo fetiche em si, mas sim pela confiança que crescia, pela cumplicidade, pela amizade na relação, isso tudo somado ao fato de ser algo “proibido” aos olhos da sociedade hipócrita, que veste-se com sua capa padronizada e realiza seus desejos anonimamente, julgando os que se expõem, exemplo dado acima: mais de 1 milhão de usuários. Isso fora os sites gays, lésbicos e outros milhões voltados aos fetiches sexuais de cada ser humano. E acredite, por mais estranho que cada vontade possa parecer, é normal, todo mundo tem as seus, nós tínhamos o nossa e também não precisava ser divulgada. Juntamente com isso, crescia também a amizade com o rapaz, que era de uma cidade a 200KM de distância da nossa e que não conhecíamos ninguém. A partir disso tudo fomos criando um cenário para realizar tal fantasia. Um certo dia, estipulamos uma data e perguntamos a ele se estaria disponível para encontrar nos encontrar, se conhecer, conversar e, se desse vontade, poderia rolar o que tanto a gente queria. Ele disse que sim, estaria livre e iria programar-se. Levamos isso meio que na brincadeira, mas que iríamos também fazer nossa programação e se não desse vontade, a gente cancelava uns dois dias antes do combinado.

Essa prévia foi muito boa, ela se dedicou a fazer exercícios, arrumou o cabelo, fez dieta, foi à manicure, comprou uma lingerie nova (de acordo com a que ele disse que gostava), olhamos hotel, até agendou depilação para o dia anterior, e nesse meio tempo a gente ia namorando, brincando como ia ser, gozando muito rs. Até que chegou a semana decisiva! O dia foi se aproximando e foi nos ocorrendo um misto de tesão, somado à ansiedade e multiplicado por incertezas. Será que a gente estava preparado? Será que era o que realmente a gente queria? Eu estava pronto pra ver minha esposa namorando com outro homem? Ela estava pronta pra fazer isso na minha frente? E o outro dia, como seria? A gente ia gostar, ia se arrepender? Como ficaria nossa relação após eu e outro cara comer a minha esposinha linda em um motel? Muitas perguntas e NENHUMA resposta. Mas chegamos a uma conclusão: A gente algum dia realizaria de verdade essa fantasia ou ia permanecer nessa dúvida para sempre. Então, decidimos ir! Se gostarmos dele, quem sabe rola, caso contrário, fica a amizade, se acontecer e gostar, bem, se não gostar, não precisa fazer mais e acabaria por ai, mas que independente do que acontecesse naquela cidade, nada afetaria nossa relação, pois isso seria um ato de grande confiança mútua e era o que mais importava pra nós. Seria apenas um casal que se ama realizando um desejo.

Mal dormimos na noite anterior, mas já estava cravado, a gente ia! Saímos por volta das 15:00 horas de nossa terra e chegamos lá às 18:00 horas. Entramos no quarto do hotel, pedimos um lanche e combinamos com ele pra buscar-nos 1 hora depois. Tomamos banho, comemos e ficamos aguardando, deitados na cama, milhões coisas passando na mente, mas.. Foda-se. Já fomos tão longe, a gente não ia parar! Quando deu o horário descemos à orla para aguardá-lo e ficamos lá, sentados, aguardando e sem conseguir entrar em contato com o “amigo”. Parece que todos os carros de modelo igual ao dele da cidade passaram por aquele local naqueles minutos e cada um era uma pontada no coração rs. Até que finalmente ele enviou uma mensagem dizendo que tinha se atrasado um pouco, mas logo chegaria. Ela já estava ficando com raiva dele sem nem conhecer e pra completar a situação, começou a chuviscar. E a gente lá, 200KM de casa, na orla vazia, sentados, ansiosos, pingando água da chuva, cabeça a mil. Ele chegou! Aí foi o golpe final, principalmente pra ela. Entramos no carro, ela travou, não conseguia falar. Vimos o rosto dele pela primeira vez, naturalmente não é como a gente pensava, pois é impossível prever isso, mas… A gente já estava lá, foda-se.

Entramos no motel e eu rapidamente peguei um vinho pra tentar acalmar os ânimos, acho que nunca tomamos um litro tão rápido rs. Ele sentou na cama e nós sentamos em cadeiras, a 3 metros de distância dele. Ele parecia ser mais novo do que a gente imaginava, mas era um cara legal. Educado, como nas conversas anteriores, tinha feito a barba (a pedido dela), cheiroso, etc. A conversa foi fluindo, mais entre eu e ele, demorou um pouco até pra ela conseguir falar normal com ele, mas conseguiu. Quase uma hora de conversa dentre os mais variados assuntos, de pessoais e familiares a profissionais, mais outro litro de vinho e umas cervejas, ela foi ao banheiro e tirou a jaqueta, ficando apenas com um body preto bem sensual, uma saia curtinha, também preta, e um salto alto (como ele tinha pedido). Então fomos mudando de lugar e todos ficamos mais próximos. Ele estava comendo ela com os olhos, mas isso é normal pra qualquer homem que fica nessa situação com um mulherão desses rs. Então eu fiquei bem leve e percebi que até então estava tudo como planejamos e que eu deveria dar o pontapé inicial naquele jogo para as coisas começarem a acontecer. Foi quando eu pedi pra ela verificar se ele fez a barba como ela gostaria. Ela ainda bem tímida aproximou-se e passou sua mão macia no rosto dele; detalhe: ele adora mãos.

E nessa aproximação entre eles, rolou o primeiro beijo. Pra mim aquilo foi um misto de sensações: Ver a minha esposa beijando outro homem, que loucura! Mas isso era o que a gente queria, o que a gente sentia desejo. Foi um mínimo de ciúme com uma explosão de tesão, um tesão diferente, que eu nunca tinha sentido antes, o que ocasionou em algo também inédito comigo; eu gozei! Sim, isso mesmo. Eu estava de roupas, meu pau ainda não estava ereto e eu nem tinha tocado nele e lá estava eu, gozando na minha cueca, vendo minha esposa “se pegar” com nosso novo amigo. Fui ao banheiro e lá ficaram os dois, continuando a se conhecer quando me veio o pensamento de que se isso aconteceu, era porque realmente, pelo menos eu, queria viver isso, então deveria aproveitar àquela noite ao máximo. Retornei, todos sentamos e conversamos mais um pouco, mas já de maneira mais quente, ele passando as mãos nas coxas dela, ela já com um sorrisinho safado, mais um beijinho, quando eu pedi pra ela deitar e coloquei o body dela para o lado e chamei-o para dar uma chupada no peito dela. Lá vem ele, sedento, chupando tudo, lambendo e eu passando a mão por baixo da saia dela. Logo após, pedi pra ela subir mais um pouco, levantei a saia curtinha dela, coloquei a parte da calcinha pra o lado e convidei nosso amigo a sentir o gosto da bucetinha dela. Ele se posicionou, veio devagarzinho e chupou. No primeiro contato ela gemeu alto. E continuou.. Ele chupando, ela gemendo cada vez mais gostoso, se soltando, se entregando. Eu também aproveitava, chupava o peito dela, beijava enquanto ele chupava muito, passava a língua bastante, deixando ela bem molhadinha, bem safadinha. E aí eles já estavam apresentados rs. Ele subia, beijava a boca dela, ia descendo, passava pelo peito, chupava a buceta de novo, e a noite estava só começando…

Ele já havia dito que queria chupá-la de 4, ainda de saia e com o salto, tinha muito tesão nisso. Então eu pedi pra ela dar esse mimo a ele. Enquanto ela se ajeitava, a gente tirava a camisa. E lá estava ela, loira, toda gostosa, salto alto, empinada pra nós com aquele rabão delicioso. Ele não perdeu tempo, caiu de boca, chupou muito, fazendo minha esposa gemer muito alto e ficar louquinha de tesão. Após um certo tempo fazendo isso, ela fez algo que nos surpreendeu. Durante as conversas, já estava regrado que provavelmente não haveria oral da parte dela, pois ela não queria, apesar de gostar muito de chupar. Mas ela virou-se, ele foi tirando a bermuda, claramente deu pra ver que já estava com o pau muito duro dentro da cueca. Em menos de 1 segundo ela arrancou a cueca dele e colocou o pau na boca. Chupou muito, do jeito que ele gostava (lambendo as bolas), fazendo tudo o que fazemos em casa, mas de um jeito bem especial, pois era nossa fantasia. Foi aí que gozei pela segunda vez, já sem cueca, sem tocar no meu pau, mas vendo ele gozar enquanto ela chupava outra pica. Tomei outro banho e voltei. Meu pau não ficava mole, era duro sempre. Depois me aproximei e ela me chupou também. Ficou toda poderosa, chupando dois paus de uma vez só, dois machos ali excitadíssimos prontinhos pra fazer tudo o que ela quiser, como ela quiser. Após mamar muito chegou a hora de sentir outro pau pela primeira vez, ela estava louquinha pra isso. Deitou-se de frente, com as pernas abertas, ele colocou a camisinha, foi encostando na bucetinha bem molhada dela, eu pedi pra ele começar metendo devagar. E foi, devagarzinho a pica dele ia entrando nela e mais uma vez um gemido bem alto, de prazer, de realização, de satisfação.. Ela já estava 110% solta, mandava ele meter com força, e ele metia, comia ela gostoso, com vontade, com tesão e eu vendo o que tanto pensava como seria, ela dando gostoso. A partir daí foram variando posições, comeu ela de quatro, em pé, ajoelhada, mas teve uma posição que achei muito especial: ele deitado e ela sentada em cima, de frente para ele. Eu fiquei atrás, vendo aquele rabo lindo ser comido, observando o que acontece quando estou metendo nela e não posso ver, e ela muito safada, pedindo mais e mais. Nosso amigo já soando bastante, dei uma força, fui comer ela também, já com a buceta bem molhadinha. Ela estava insaciável, eu cansava, ele vinha e a gente ia reversando e ela lá, rindo da gente, colocando a gente no bolso rs. Até que eu gozei mais uma vez e demos uma pausa. Fomos pra o banho, onde aconteceu outra cena linda, ele passando sabonete nela, beijando, e ela bem à vontade.

Demos um tempinho, ficamos na cama os três, pelados, bebendo, conversando descontraidamente, ela já na terceira garrafa de vinho e a gente tomando cerveja. Entre conversas, beijos e carícias de nós dois para com ela, a gente voltava a foder, a tentar satisfazê-la e lógico também ficando muitíssimo satisfeitos. A noite foi passando, ela chupava, a gente comia ela, sarrava, pegava, brincava e no fim da noite, mais uma surpresa: Ela fez outra coisa que adora, mas que havia dito não fazer com ele: Chupou o pau dele e pediu gala na boquinha. Ficou mamando, olhando nos olhos, chupando os ovos, batendo o pau no rosto, com a carinha de safada, sendo bem putinha, a nossa putinha, até ele gozar e encher a boquinha dela de leite. Foi muito bom ver ela quebrando esses paradigmas que tinha colocado, superando as próprias expectativas, fazendo o que sempre imaginou fazer mas nunca pensou que tivesse coragem de realizar. E eu, claro, gozei mais uma vez, com certeza foi a noite que mais fiz isso em toda minha vida.

Quando olhamos, eram 05:30 da manhã do outro dia. Isso mesmo, 9 horas de motel. A gente queria passar apenas 3 horas, mas esse tempo foi elevado ao quadrado. Bem como as nossas expectativas, como o nosso prazer, nossa cumplicidade, nossa felicidade. Foi tudo muito melhor que o esperado, bem como o nosso amigo, que por questões de discrição não vou falar o nome dele, foi um cara sensacional, gente boa, respeitou nosso tempo, se esforçou ao máximo para que tudo saísse tão bem como foi. E tenho certeza que ele também saiu muito satisfeito rs. Como recompensa, decidimos sair com ele outras vezes, desse jeito, no sigilo, dizem que é mais gostoso rs. E serão tão boas ou até melhores que a primeira vez, pois não vai haver mais tensão, mais nervosismo, estaremos concentrados apenas no prazer.

No outro dia o que aconteceu? Transamos loucamente, várias vezes, por vários dias, até hoje. Não temos segredos, ela tem tudo o que precisa em mim e eu nela, mas, de vez em quando, nada impede de convidarmos o nosso amigo para uma festinha a 3.

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