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Comendo a Netinha Safada

  • 17 de setembro de 2018
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Meu nome é Fábio. Tenho 37 anos, casado a pouco mais de um ano, e uma vida sexual intensa, com minha esposa de 30 anos, bi-sexual, e com novidades a cada dia que passa.

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Tenho uma pequena empresa em uma cidade do interior do Rio Grande do Sul.

Conheci minha esposa, a cerca de 10 anos atrás, tivemos a época, um curto relacionamento, sem sexo, apenas beijos e muitos arretos e carícias. Ela era casada, porém naquele momento, vivia certa turbulência em seu relacionamento. Não que eu não estivesse a fim me comê-la.

mas não houve essa possibilidade. Ela tinha 20 anos, uma delícia de menina.

Passaram os anos, e o destino se encarregou de cruzar nossos caminhos novamente.

Dessa vez, não perdemos a chance de recuperar o tempo e as fodas perdidas.

Passaram-se alguns dias, e a coisa foi ficando séria. Resolvemos namorar, e logo nos casamos.

Na minha empresa, tenho uma funcionária com uma certa idade já. Como ela reside próximo ao trabalho, constantemente recebe visitas a fim de dar recados a ela, filhos, netos e netas. Aí que conheci sua netinha.

Na primeira vez que vi Bruna, ela tinha 16 anos. Namorava um cara com cerca de dois ou três anos a mais que ela.

Olhava aquela menina, novinha, magrinha demais, corpo ainda se moldando, crescendo, e em nenhum momento chamou minha atenção…

Logo, Bruna engravida de namorado, e resolvem irem morar junto com o pai da criança. Fiquei bons meses sem vê-la.

Tempos depois, já com a criança, as visitas de Bruna a sua vó, voltaram a se realizar com certa frequência. Havia se separado. Seu corpo, já era outro, peitos, coxas grossas, e uma bunda deliciosa.

Ficava tarado olhando aquela menina, com calças justas, decotes, shorts curtos. Me vi muitas vezes a convidando para sair, beber alguma coisa, e meter naquela putinha gostosa. Mas achava melhor não misturar as coisas, neta da minha funcionária. Não seria interessante e talvez, nem ético. Deixei pra lá. Mas o desejo, a cada dia que a via, aumentava.

Certo dia, minha funcionária, não pode vir trabalhar, e mandou sua neta vir me avisar. Uma manhã de calor, e Bruna com uma blusinha decotada, sem sutiã, e com uma saia soltinha e bem curta. Enlouqueci. Meu pau endureceu na hora, não consegui disfarçar, a ponto de ela perceber. Passou a mão em sua coxa, levantando de leve a barra da sua saia, a ponto de mostrar sua calcinha branca, marcando e repartindo sua bucetinha ao meio. Fechei a porta, puxei ela de costas, de modo que ela sentisse em sua bunda, o tanto que meu pau pulsava por ela. Coloquei uma mão em seu peito, por baixo da blusa, e a outra pus dentro da sua calcinha, senti sua bucetinha molhada, melada e com meu dedo médio, fazia movimentos, enfiando e tirando de dentro dela, beijando e lambendo atrás do seu pescoço. Fiz ela gozar, senti seu clítoris enrijecendo e dobrando de tamanho, e ela sussurrando feito uma gatinha no cio.

logo, coloquei ela deitada sobre uma mesa, tirei sua calcinha, e tratei de provar o mel que saia de sua buceta apertada, enfiava toda minha língua, chupava seu grelinho, descia até seu cuzinho, molhando ele bem, e preparando para enfiar meu dedo. Soquei meu dedo naquele rabo enquanto a chupava, logo senti novamente o sabor de Bruna, aquele gosto delicioso na minha boa. Bruna se levanta, abre minha calça, tira meu pau e começa a chupar, enfiava meu pau inteiro na boca, parecendo que seria o último pau que iria ver na vida. Chupava deliciosamente bem. Novamente coloquei Bruna na mesa, dessa vez de barriga para baixo, com aquela buceta virada para mim, pedindo piça, latejando. Soquei aquela puta safada, segurava na sua cintura metendo forte todo meu pau dentro dela, tapas naquele rabo gostoso. Gozei enlouquecido naquela bucetinha deliciosa. Disse a ela que a convidaria para beber algo em minha casa, junto com minha esposa. Ela topou, disse que tem muita curiosidade em transar com outra mulher. Desde então, não tivemos mais oportunidades de ficarmos a sós, mas percebo seu olhar como quem cobrasse aquele convite. Mas mesmo minha mulher sendo bi, e ser tarada por uma buceta como eu, falta coragem de fazer esse convite a ela, e ter que relatar essa minha foda deliciosa que tive com a netinha da minha funcionária…

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