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Cunhada viúva carente afim de putaria

  • 25 de fevereiro de 2019
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Aconteceu infelizmente uma tragédia a cerca de 2 anos passados, quando meu irmão, bem mais velho sofreu um grave acidente de trânsito e faleceu, mas as primeiras palavras da minha cunhada e viúva durante um abraço no velório, me deixou pensativo, ela disse que eu poderia continuar sempre frequentando sua casa, mas naquele momento triste e como frequentava poucas vezes a sua casa não dei muita importância.

Ela sempre frequentou uma igreja, dessas que coziam a mente das pessoas e mexem até com o vestir delas, porque ela usava umas saias esquisitas abaixo do joelho e sempre blusas bem comportadas, não condizente com olhar meio safado que demonstrava quando olhava para a gente.

Num dia tranquilho da semana fui no mercado municipal comprar peixes e na banca fui tocado por um dedo nas costas, quando viro era minha cunhada, que passados 8 meses de viuvez, estava muito feliz e vestida com uma saia floral leve, bem soltinha e fina com fundo branco, quase notando que ali embaixo tinha uma bela tanguinha e suas pernas torneadas , agora bronzeadas de sol de piscina, muito mudada, lembrei que meu pai dizia que viúvo é quem morre, bem, continuando, para quem beira os cinquenta anos, estava muito gostosa, falando bastante para quem era recatada.

Fazia tempo, então caminhou junto comigo e foi falando da sua vida, que o único filho solteiro entrou numa firma e já estava trabalhando e que as outras duas sobrinhas, uma mudou-se para outra cidade e a outra comprou um apartamento e foi morar com seu namorado num bairro distante e que estava se sentindo muito sozinha. Novamente ela disse que meu sobrinho nessa firma trabalhava viajando para outras cidades e que era muito ruim ficar sozinha, aí comecei a entender e por final disse que mesmo durante a semana poderia ir até sua casa porque sabia que trabalho a noite e tenho folga durante o dia.

Olhei para aquelas coxas bronzeadas e falei brincando, você está bonita bronzeada, ela ficou sorridente e disse, você vai ver que construí um muro alto e tomo sol em casa mesmo; combinei que na quarta feira passaria lá para conversar mais, por volta das 14 horas.

Chegando na quarta, parei em frente, toquei no portão e já ouvi pela janela, estou indo, parecia que me esperava com ansiedade, estava de biquini, mas com uma toalha enorme enrolada na cintura, falou que estava tomando sol, aproveitando a oportunidade comentei seu bronzeado estava bonito novamente e ela desceu um pouco a toalha e o biquini pouquinho para o lado e falou veja como marcou, nessa hora notei que meu pau deu sinal de vida e, o respeito começou a ir embora para o espaço.

Inevitavelmente o assunto do falecido veio a tona, e ela disse assim:” tenho saudades do seu irmão principalmente bem de manhã”.

Aí respondi se era por tomar café juntos, mas rapidamente ela responde que ele sempre acordava muito animadinho e antes de sair da cama para ir trabalhar, tinha que aliviar as tensões para ter um bom dia e que ela adorava.

Nessa hora meu cacete endureceu de vez, sentei no sofá da sala para não dar bandeira, ela sentou no braço da poltrona, conversando a toalha, cedia e comecei a notar que ela não se preocupava em ajeitá-la, até que caiu um pouco para os lados e pude ver um lacinho azul pequeno e muito bonitinho.

Falei na lata, pegando no laço, “deixa ver a marquinha que está aqui embaixo” e fui puxando, sem menor resistência, ela se levantou e foi até a porta da sala e trancou, toalha caiu, biquini solto de um lado e na volta foi abrindo o outro laço com uma cara de safada e tarada. Sentado ainda fiquei esperando aquela caminha lenta e decidida de quem quer muito ser fodida, agora aquela boceta com uma fileirinha minuscula de pelos , tipo ritler, na altura da minha boca, fechei os olhos e enfiei minha língua sem dó escutei um grito de tesão, acho que devido ao tempo que estava sem pica. Minha boca ficou molhada, ela se contorcendo tando, sua primeira gozada forte. Achei que tinha diminuído seu tesão, mas parece que havia ateado fogo em um monte de palha seca, pegou minha mão puxando em sentido ao quarto, falou brava pena que ele não chupava, caí de costas na cama fofa já tirando minha bermuda larga, ela foi sentando forte em cima, com duas estocadas fortes gozou novamente feito uma leoa no cio, confesso que até me assustei com o berro. Aquilo que era meter gostoso, sorte que deu uma paradinha para se colocar de quatro, tempo suficiente para dar uma respirada e acalmar meu gozo que estava vindo feito um vulcão que vai entrar em erupção. Para minha surpresa de macho, pincelei aquela bocetona arreganhada de quatro, ouvi ela dizendo aí não, já tonto de tanto tesão fiquei mais tonto ainda quando ela mesmo pegou a cabeçona da pica e direcionou para seu cuzinho piscante. Tentei ser educado, mas ela deu uma empurrada para trás, tipo essas maquinas amarelas grande que cavocam estradas , fazendo meu pau entrar com tudo, batendo meu saco em sua chana melada, saindo liquido para todo lado, tipo cachorro molhado que se abana, molhando minhas pernas com seu liquido quente, rapidamente deu um novo urro, que urro de fêmea e não aguentei e enchi seu cuzinho de porra, bem lá no fundo, doendo até os grãos devido a ejaculada forte e intensa. Antes de ir lavar a ferramenta, para a segunda fodida, ela disse que não era 8 meses de secura, porque tinha brigado com meu irmão um ano antes e olhem os motivos, que estava muito cansado todas as manhãs quando ela subia em cima dele para ser fodida, coisa invertida de antes, era ela a tarada que gostava de ser comida todo dia cedo e não o coitado do trabalhador metalúrgico sofredor, que sai de manhã já com o saco vazio para ganhar o pão de cada dia. Tirei o suor rapidamente, mal nos enxugamos e voltamos para o ninho de amor, comecei arreganhando e chupando aquele grelinho gostoso, enquanto enfiava um dedo virado fazendo vibração no eixo da boceta, coisa que só as lésbicas sabem fazer e raros homens, aliás agradeço uma amiga lésbica que me ensinou traindo o reino lesbiano por esse segredo de estado revelado; Nisso, minha viuvinha tarada deu mais umas duas gozadas intensas lambuzando minha cara de gozo, coisa que adoro, ergui suas pernas e num franguinho assado, enfiava lentamente e voltava, entrando e saindo daquela racha, que estava ficando vermelhinha devido ao novo estado de uso, parecendo uma máquina que estava parada e voltou a ativa, claro que muito lubrificada e ajustada por um pinto grosso e duro, num vai e vem gostoso, escutei goza bem no fundo que sou operada, maravilha continuei os movimentos agora mais intensos para ejetar minha porra quente nas entramas daquela mulher maravilhosa, gozamos juntos e a canseira veio, aquele calor corpos molhados de suor, cama marcada pelas cotas de semen e cheiro de sexo no ar, mostrando que ali estiveram dois corpos sedentos e agora aliviados das tensões do mundo, afinal, trabalhar é coisa de pobre, grana é para banqueiros, mas uma foda bem dada de forma animalesca e carinhosa o sistema capitalista não ti dar, quem ti pode dar é uma mulher que sabe das coisas gostosas da vida, onde até o cheirinho de bosta vindo de um cuzinho feliz é bem vindo.

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