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Sendo a puta do meu irmão

  • 25 de agosto de 2018
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Isso aconteceu quando eu tinha 20 anos, hoje tenho 22 e não me sinto assim tão jovem. Sou gordinha, branca quase pálida, cabelos longos e pretos, uso óculos e tenho os dentes meio tortos. O que, realmente, compensa em mim são os meus peitos grandes e bunda empinada, grande também, boa parte por causa da gordura corporal. As pessoas dizem que tenho o rosto bonito, sem marcas, acho que dizem isso pra amenizar rsrsrsrs. Mas, apesar dos defeitos sou gente boa pra caralho.

Bem, eu e meu irmão, Rafa, sempre tivemos uma relação gostosa, ele é mais novo e quando tinha 15 foi estudar em Toronto, coisas de computador. Nos falávamos apenas por Skype, mas sentia saudade. Depois de passar três anos estudando ele volta e fazemos a festa, toda a família o recepcionou ainda no aeroporto. Fomos almoçar fora e retornamos a nossa casa já era noite. Meu pai e meu tio beberam demais e minha mãe e minha tia tiveram que cuidar deles. Eu e Rafa só ficávamos rindo das palhaçadas. Quando chegamos em casa, Rafa foi tomar um longo banho, visto que, não tomara nenhum ao chegar no Brasil. Eu subi pra meu quarto. Estava com saudades dele, das nossas brincadeiras da infância, onde no pique esconde entravamos no armário de vovó e ele esfregava sua lolinha dura no meu piupiu pelado. Saudades dos beijinhos que eu dava nele, das roçadas propositais, dos flagras das punhetsa que ele batia pra Playboy da Aline Riscado.

Lembrei também dos banhos juntos e tive uma ideia maluca de tomar banho com ele novamente. Meu pai, meu tio, minha mãe e minha tia estavam na área de serviço da casa cantando “Garçom” alto e embolado às 8 da noite. Eu ajo rápido tirando a roupa, me enrolando na toalha e corro pro banheiro. Ouço o chuveiro ligado. A porta estava só encostada, entro devagar, afasto só um pouco a cortina e fico observando ele passando sabonete, seu pau está maior que da última vez que o vi, mesmo estando mole, não é mais uma lolinha, agora é uma rola, uma “big cock” rsrsrsrs. Ele começa a enxaguar o shampoo, o que me dá tempo de entrar no box e me posicionar atrás dele. Como ele cresceu, penso comigo mesma. Seu corpo está malhado, não é musculoso, mas é definido. Ele também é branco quase pálido como eu e não tem pelos na bunda, só no pau. Eu paro de admirar e passo a mão em suas costas, ele dá um pulinho, mas percebe que sou eu.

– Oi maninha, veio tomar banhinho comigo?

– Humrum. Quero banho de língua.

Eu me aproximo e apoio a cabeça nas suas costas enquanto seguro seus peitos com as duas mãos. Ele coloca os braços pra trás me alisando. Ele, então se vira e nos beijamos debaixo do chuveiro. Eu peguei no seu pau e comecei a masturbar. Não paramos de nos beijar, já fazia um tempão que estávamos na saudade. Ele me abraçou e beijou meu pescoço, meu ombro e ficou passando a rola na minha barriga. Eu lambia seu mamilo e apertava sua bunda durinha.

Ele segura no topo da minha cabeça e me empurra pra baixo até eu me ajoelhar na sua frente e ficar encarando sua rola tão gostosa. Sua cabeça é toda vermelha e está encostando na minha boca. Em seguro com uma mão e bato punheta ao mesmo tempo que apalpo seu saco peludo. Coloco na boca e chupo ela toda. Engulo até lacrimejar e lambo a baba que escorre por ela. Ele força minha cabeça e movimenta o corpo, fodendo minha boca, eu faço sons de boquete, glub glub glub…

– Vai minha cachorra, me chupa até eu gozar. Que saudade desse boquete… ahhh delícia.

Eu só consigo gemer, hummmm.

Ela está delirando, eu paro de chupar, não quero que ele goze agora. Me levando e me escoro na parede com a bunda levantada, ele passa cuspe na minha buceta e posiciona a cabecinha na vulva, fica só passando ela pra cima e pra baixo. Minha buceta já estava molhadinha, mas com esse estímulo ela começa a jorrar seu mel. Daí ele enfia tudo de uma vez. Eu mordo meu braço pra abafar um grito de dor e prazer. Os pelos do saco fazem cócegas na minha xana e seu pau lateja dentro de mim. Ele começa a socar bem forte. Aquele som de palma abafada me deixa com mais tesão.

Eu levando uma perna e ele ajuda segurando com um braço como apoio. E continua socando.

– Me fode Rafael, arromba essa buceta.

Ele aumenta o ritmo, excitado com minhas putarias. Eu toco meu grelinho e faço movimentos circulares na xoxota, ele chupa meu peito e me beija loucamente, alternando entre o peito e a boca.

Essa posição nos cansa, daí ele desliga o chuveiro, saímos do box, tranquei a porta pra evitar surpresas né!? Rsrsrs, ele põe a toalha no chão e se deita em cima. Eu fico em pé de frente pra ele com as mãos na cintura e sorrio maliciosamente. Ele apoia a cabeça nas mãos e também sorri.

Sua rola aponta pra minha buceta e eu me sento nela. Apoio as mãos no seu peito e começo a cavalgar, subo até a ponta quase sair e desço sentindo a cabeça no meu útero. Ele geme, e pode ter certeza, meu tesão aumenta com meu irmãozinho gemendo pra mim. Eu o beijo e fico só chupando sua língua enquanto rebolo naquele caralho. Suas mãos também são safadas e passeiam pelo meu corpo cheio de dobrinhas. Tocam meus mamilos, massageiam meus peitos por completo, apertam minha bunda e minhas coxas, alisam minhas costas e cravam as unhas nela. Eu envolvo sua cabeça nos meus braços e ele fala sacanagens no meu ouvido.

– Ai minha putinha, goza no meu cacete, esfola ele com essa buceta carnuda. Eu voltei pra te comer todo dia. Ahhh

– VOU GOZAR, VOU GOZAR MANINHO… AHHH, ME FODE… AHHH

Minhas pernas ficam fracas e começam a tremer, minha buceta explode com um gozo meu. Eu fico insana, o beijo, lambo seu rosto, quero morder sua rola, então desço a boca e chupo seu caralho de novo. Dessa vez ele nem precisa forçar minha cabeça, faço de bom grado uma garganta profunda até engasgar, lambo seu saco sem nem ligar pros pelos. Lambo seu cuzinho virgem e volto ao boquete. Ele delira, fecha os olhos e se prepara pra gozar, eu bato punheta sem tirar da boca quando alguém bate na porta atrapalhando a foda. Ele se assusta, é nossa mãe.

– Rafael, já acabou o banho?

– Ainda não mãe. Tô com um pouco de dor de barriga.

Eu fico olhando pra ele e rindo sem fazer barulho, só batendo punheta.

– Você viu a Kelly? Ela não está no quarto.

– Ela disse que ia na vizinha roubar o wifi.

Eu olho pra ele com falsa surpresa, meu irmão manja na arte da mentira e com uma facilidade incrível.

– Tá certo. Eu vou deitar, seu pai já está na cama e seus tios já foram. Qualquer coisa me avise.

– Tá certo mãe. Boa noite.

Escutamos ela se afastar. Com essa interrupção seu pau ficou mole. Eu tenho que fazer ele ficar duro novamente. Então abraço o Rafa me sentando no seu colo e fico roçando nele, passando sua rola na minha buceta. Então sinto os sinais de vida voltando naquela pomba cabeçuda. Enfio na buceta de novo e cavalgo como uma puta, rebolo, travo e flexiono a tcheca engolindo o pau até o talo.

Passamos uns três minutos assim até ele me avisar que vai gozar. Eu me posiciono de joelhos , ele se levanta e bate punheta. Eu amarro o cabelo, ponho a língua pra fora e espero olhando em seus olhos safados. Ele geme e goza aquele leitinho grosso e quente no meu rosto. Eu ainda engoli um pouco e deixei escorrer pelo queixo e pingar nos peitos. Chupo a cabecinha e engulo o resto da porra. Ele me beija e pergunta apertando minhas bochechas com uma das mãos:

– Gostou de tomar leite pra dormir irmãzinha?

– Adorei irmãozinho, amanhã quero mais.

Tomamos banho juntos, dessa vez de verdade, e fomos dormir. No outro dia eu tive que vestir uma blusa com mangas compridas, pois estava toda marcada de chupões. Ainda deu pra perceber os do pescoço. Meus pais me lançaram um olhar de reprovação na mesa do café, como se pensassem “nossa filha dormiu com o filho da vizinha” ou “nossa filha é uma puta”. Não sabem eles que sou uma puta, mas sou a puta do meu irmão. rsrsrs

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Comentários

2 respostas para “Balada da encoxada”

  1. Claudia disse:

    Delícia fiquei xoxota batendo de tesao
    [email protected]

  2. Claudia disse:

    Delícia fiquei xoxota batendo

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