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Meu Pai me comeu enquanto minha mãe dormia

  • 11 de agosto de 2018
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Quando eu completei meus 17 anos, minha mãe finalmente me deixou namorar. Sob as condições dela é claro, teria que ser em casa onde ela poderia ver. Meu namorado na época era o Lucas, simplesmente o garoto mais bonito da escola, todas as meninas da classe queriam ou já tinham perdido a virgindade com ele e aquela era a minha vez. Mas eu sabia que não ia conseguir prendê-lo a mim namorando na sala de mãos dadas e dando beijinhos. Se eu quisesse que ele fosse só meu eu teria que ir mais além e é claro, safada do jeito que eu sou, eu fui.


No nosso segundo mês de namoro eu chamei o Lucas pra ir lá em casa num dia que sabia que minha mãe não estaria lá. Ele com certeza percebeu minha verdadeira intenção e quando chegou já estava excitadíssimo. Ele começou a me beijar assim que entramos na sala. Eu pegava em seu pau e apertava por cima dos shorts. Ele mal conseguia se segurar. Então não aguentando mais eu me ajoelhei na sua frente, baixei suas calças até os pés e enfiei seu pau inteiro na minha boca. Ele gemia e forçava minha cabeça para eu engolir mais. Talvez pela adrenalina do momento ou pela empolgação exagerada não ouvimos quando o carro da mamãe estacionou, nem quando ela abriu a porta e nos pegou ali, literalmente de calça baixa.

– QUE PUTARIA É ESSA, MARIA EDUARDA? – Ela gritou antes de expulsar Lucas de maneira completamente agressiva. – A minha filha só tem 15 anos! – Ela gritava
– Mãe todas as garotas da escola já fizeram! – Eu gritei de volta, me recompondo e colocando as roupas no lugar. Lucas saiu mais rápido do que eu consegui me vestir. – E eu tenho 16!!!
– Não interessa! Você é uma criança ainda!
– A gente só tava se beijando.
– Beijando o caralho. Eu vou enfiar a mão na tua cara, Maria Eduarda. Eu não criei filha minha pra ser puta! – Ela disse. Meus olhos estavam cheios de lagrimas. De raiva.
– Você é uma chata, é por isso que o papai foi embora! — Sabia que tinha pego pesado, mas estava com o sangue fervendo.
– Você esta proibida de encontrar esse garoto de novo, tá me ouvindo? Proibida! Vai já pro seu quarto, sua fedelha ingrata!
– Eu já tô no meu quarto, porra! – Gritei de volta e bati e porta na cara dela.
Aquele mês foi um inferno pra mim. Não podia ver o Lucas, não podia sair de casa, não podia ver nenhuma amiga e ela ainda confiscou meu celular, ou seja, eu não tinha comunicação nenhuma com o mundo lá fora. Não tinha como saber se o Lucas estava com raiva de mim ou se já tinha encontrado outra garota com uma mãe menos chata do que a minha. Será que ela não tinha ideia de como isso era importante pra mim?
Eu estava odiando minha mãe com cada célula do meu ser e ela na sua vez não perdia uma oportunidade de jogar tudo na minha cara toda vez que dava vontade. Presa dentro de casa o único momento de paz que eu tinha era quando o Jorge estava em casa. Ele é o namorado da minha mãe. Devia ter uns quarenta anos, alto, moreno, corpo de quem faz academia e alguns cabelos grisalhos começando a aparecer. O Jorge sempre teve um carinho muito grande por mim, por isso, sempre que minha mãe tentava me esculachar de alguma forma, ele intervia para amenizar as coisas.
– Calma, Andréia. Ela é jovem e os jovens fazem isso mesmo, o importante é que ela aprendeu e não vai fazer de novo. – Jorge tentava acalmar minha mãe, que virava uma taça de vinho com as mãos tremendo de raiva.
– Espero que sim. Vamos dormir, essa garota me deixa exausta. – Minha mãe pega a garrafa que estava bebendo e leva pro quarto. Ela sempre teve esse costume de todo dia antes de dormir, beber vinho e ir se deitar.

Graças ao Jorge alguns dias depois minha mãe liberou que eu usasse o celular, mesmo não podendo sair de casa eu poderia me atualizar de tudo que estava acontecendo. Todo mundo já estava dormindo, minha mãe depois de beber quase uma garrafa inteira de vinho foi se deitar com o Jorge e eu fiquei na minha cama conversando com minha amiga Agatha por telefone. Ela me disse que o Lucas tinha ficado bem chateado com tudo aquilo e depois de eu insistir em saber se ele já tinha desistido de mim, ela respondeu:
– Dizem que alguém pegou o Lucas comendo a Jessica no fundo da escola.
– Sabia! – Disse, sentindo meu peito encher de raiva. – Tudo culpa da minha mãe! Se ela não tivesse se metido a gente ainda estava junto!
– Acho melhor você voltar logo, senão não vai ter chance nenhuma. – Ela disse.
– Eu não posso, minha mãe não me deixa sair. – De repente ouvi um barulho estranho que arrepiou meu braço. – Acho que ouvi alguma coisa. Me espera, eu vou lá ver.
Abria a porta do quarto tentando não fazer barulho. A meia ajudava a abafar o som dos meus passos. O barulho vinha do andar de cima, do quarto da mamãe. Parecia como estalos, um atrás do outro e vozes murmurando. A porta estava entreaberta e vinha um feixe de luz lá de dentro. Eu me aproximei com cuidado e quando consegui olhar tive que tapar a boca com as mãos para não gritar com o susto. Minha mãe estava de quatro e Jorge montados atrás dela. Os sons de estalos eram da força com que o corpo dela batia na bunda dela e os sussurros eram eles instigando um ao outro.
– Fode essa bucetinha fode. Come sua putinha, come meu macho! – nunca imaginei ouvir minha mãe falando aquelas coisas igual uma puta.
– Adora que eu arrombe sua buceta, né? Minha vadia, hoje eu vou arrombar esse seu cuzinho também. – Jorge respondia de volta enquanto socava com força atrás da mamãe.

Eu esbarrei na porta e ela rangeu de leve. Por sorte consegui ir embora antes que um dos dois percebessem que eu estava ali. Voltei para o meu quarto e liguei para contar à Agatha tudo que tinha visto, ela quase gritava do outro lado da linha de tão eufórica.
– E o piro de tudo é que ele tem uma piroca enormeeee. E minha estava adorando. – Disse para Agatha.
– É a sua chance perfeita de se vingar dela.
– Dar o troco? O que eu posso fazer?
– Dar em cima do namorado dela, é logico.
– Está louca, ele é muito legal comigo. Além disso ele é muito mais velho.
– Mais um motivo.
Eu fiquei atenta ouvindo todo o barulho lá em cima. Quando o barulho acabou ele ficaram em silencio por um tempo. O único som que vinha do quarto era o da mamãe roncando, devia ter bebido até não aguentar mais. Também aguentar aquilo tudo sóbria devia ser difícil. A porta abriu e Jorge ainda pelado desceu para a cozinha. Eu aproveitei a chance e entrei no quarto da mamãe na ponta dos pés. Depois de beber tanto e levar uma surra de piroca daquelas, ela estava tão apagada que não fez um movimento sequer quando deitei ao seu lado. Não parecia que ia acordar tão cedo. Eu tirei a calcinha e comecei ame tocar bem de leve, imaginando o namorado da mamãe me comendo. Comecei a me empolgar e ficar bem molhada quando lembrei daquele pau enorme que ele tinha que podia ver ele como se estivesse na minha frente, me olhando com aquela cara seria.
– O que você está fazendo? – Jorge perguntou. Ele realmente estava na minha frente. As mãos na cintura e aquele pau imenso pendurado entre as pernas.
– Shhh. Vai acordar a mamãe. Nenhum de nós dois quer isso. – Eu tirei os dois dedos melados de dentro da buceta e levei à boca para chupar bem sensual para ele. – Eu estava me sentindo muito sozinha, sabe. E vendo o carinho que você tem com a mamãe eu pensei que poderia me dar um pouquinho também.
– Você está louca. – Ele sussurrava. – Você é filha da minha mulher, além disso, eu tenho 45 anos e você só tem 15.
– Eu adoro homens mais velhos. – Eu levantei as pernas e acariciei levemente o pau dele com o pé, ele respondeu na hora dando uma leve levantada.
– O que te faz achar que eu vou fazer sexo com você? – Perguntou, mas em nenhum momento tirou os meus pés do seu pau que já estava quase completamente em pé com o vai e vem dos meus dedos.
– Porque senão eu vou gritar, e seria uma cena e seria bem estranho se mamãe e visse seu namorado e sua filhinha pelados na cama. Agora deita aqui. – Eu sussurrei com malicia, mordendo os lábios com o tesão que aquele poder me dava. Ele deitou ainda contrariado, podia ver uma mistura de medo e tesão nos seus olhos.
Assim que ele deitou, me abaixei ao seu lado da cama, passei as mãos naquele corpo duro e definido até alcançar seu pau, que agora já estava inegavelmente duro. Comecei lambendo da base até a cabecinha e só quando estava cara a cara percebi o quanto era grande. Aquilo não ia caber na minha boca, mas eu não deixei de tentar. Chupei a cabecinha com carinho e fui engolindo aos poucos. Como era grosso e longo acabei engasgando e deixando ele todo babado. Jorge me pegou pelo cabelo e colocou o dedo na boca pedindo pra eu não fazer barulho.

– Desculpa, é grande demais. – Eu expliquei.
Deixei o pau dele bem melado com minha baba, segurei aquele monstro em pé e encaixei a entrada da minha bucetinha naquela cabeçona. Fui sentando aos poucos e rebolando para facilitar a entrada, até que eu consegui engolir tudo e senti ele batendo bem lá no fundinho. Parecia que ia me explodir de dentro pra fora. Comecei a subir e descer bem devagar, mas era tão grande que não conseguia controlar os gemidos. Jorge mais uma vez tapou minha boca e me segurou pelo cabelo.
– Foi você que pediu por isso agora aguenta. – Ele disse, e começou a enfiar seu pau de baixo pra cima, me arrombando todinha. Eu queria gritar, mas ele tapava minha boca, e como era mais forte me segurava. Eu só poda ficar ali sentindo ele me arrombando com aquele ferro enorme e grosso.

Quanto cansou de me comer assim, Jorge levantou e me jogou na cama e abriu minhas pernas.
– Agora você vai se arrepender de ter me provocado. – Ele disse, colocando uma das minhas pernas no ombro, me deixando toda arreganhada para fazer o que bem entendesse. Ele apontou a cabeçona da piroca na minha buceta e enfiou de uma vez. Soltei um gemido alto que minha mãe só não acordou por estar muito bêbada.
Jorge dava umas estocadas fortes e espaçadas. Tirava o pau inteiro, esperava um segundo e enfiava ele até o fundo de uma vez só na minha bucetinha. Cada vez que sentia aquela viga entrando eu dava um gritinho, até que ele colocou as mãos no meu pescoço e começou a me enforcar. Eu gritava, mas o som não saia da minha garganta. Eu não podia fazer nada a não ser ficar a mercê das estocadas violentas daquele brutamonte.

Quanto senti que minha buceta ia rasgar, saí de baixo dele como pude e fiquei de quatro, empinando e rebolando a bundinha pra ele.
– Me fode de quatro vai. Fode com se fosse a mamãe. – Eu instigava. Podia ver os olhos dele brilhando de um jeito completamente safado. Inocente eu pensei que de quatro conseguiria aguentar melhor. Logo, logo eu descobri que estava errada.
Jorge montou atrás de mim como um cavalo, abriu as bandas da minha bunda com força e cuspiu na minha boceta, antes de pincelar a baba com o cacete dele. Meu cu piscava toda vez que a cabeça do pau dele se esfregava ali perto. Eu torcia para ele não querer comer meu cu, porque senão eu estaria realmente fodida. Mas felizmente, ou infelizmente ele estocou foi na minha buceta, novamente até o fundo, mas dessa vez não esperou nem fez devagar. Começou a foder rápido e forte me arregaçando todinha e segurando no meu cabelo como se fosse uma rédea. Eu comecei a gritar um segundo antes dele tapar minha boca e me mandar aguentar. Obedeci, mas estava me dando muita vontade de fazer xixi. Ele não parou de meter nem por um segundo, eu conseguia sentir a minha buceta pegando fogo e o seu pau latejando lá dentro.

– Goza pra mim, vai. Enche essa putinha de porra, dá o que ela merece, dá! – Eu o instigava o máximo que podia. Via aquele homem se transformando cada vez mais num animal a cada putaria que eu dizia.
– Você é uma vagabunda mesmo. E eu te protegendo todo esse tempo, não sabia que era safada assim. – Ele dizia agora sem medo de minha mãe escutar, sabia que se ela não tinha acordado até agora, não acordaria mais essa noite.
– Olha quem fala, você é um tarado, papai. Goza pra sua putinha, vai papai. Enche ela de porra. – Eu o provocava com a voz mais infantil que conseguia enquanto ele socava minha buceta com toda força. Me desprendi dele e deitei ao lado da minha mãe. Jorge veio por cima de mim, batendo uma punheta naquele pau enorme. Começou a gemer alto enquanto o leito grosso e quente jorrava em cima de mim. Deixou meu rosto, meus peitos e minha barriga.

Eu estava inteirinha coberta de porra e suor. Nos dois ofegantes enquanto minha mãe ao lado, dormia sem nem sonhar o que sua filhinha tinha acabado de fazer.
– Vai se fuder, mamãe. Quem é a boa garota agora? – Eu falava comigo mesma enquanto pegava a porra com os dedos e levava à boca.
No dia seguinte, mamãe disse no café que tinha sonhado com algo esquisito e perguntou se eu não estava aprontando nada pelas costas dela. Senti Jorge ficar tenso na hora.
– Estou sendo um anjinho, mãe. Estou me comportando e obedecendo direitinho. Pergunta pro Jorge, se quiser saber. – Eu brinquei, vendo ele quase engasgar com o café preto.
– Está sim, ela é uma boa garota. – Jorge falou, gaguejando. Aquilo tudo só me divertia mais.
– Espero que sim… – Mamãe falou, me olhando de rabo de olho.
Mas não importava o quanto ela me olhasse feio, ela nunca ia saber que a filhinha dela agora tinha se tornado a garotinha do papai.

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