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A primeira vez sendo arrombada pelo tio

  • 12 de outubro de 2018
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Essa coisa de fazer pose de hetero na rua e se acabar na punheta com outros manos no sigilo fez com que eu me viciasse na putaria virtual. A minha vida sexual começou muito cedo com garotas. Com 11 anos especificamente. Desde a época da escola eu fui viciado em sexo, já no ensino fundamental eu sentia o cheiro das bucetas das minas, e era um pulo pro trabalho de escola, pra ganhar uma mamada e/ou chupar uma buceta.

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Acho que todo esse calor vem pelo fato de eu sempre ter sido um pouco mais bonito que os garotos da época ~ sem falar na atitude ~. Hoje, 22 anos, moreno claro, 1.76m, 80kg, 22cm de cacete, rabo considerável por causa do futebol, sempre peludo (na caceta e no rabo), bigode que enaltece a cara de safado, algumas tatuagens pelo corpo e mantenho alguns hobbies como o futebol e o skate.

Falar da época em que tudo aconteceu faz justificar um tanto dos meu desejos/fetiches atuais, a minha iniciação foi abusiva, e ser abusado é o terceiro hobbie que não citei antes.

Com meus 16/17 anos, passar férias com o meu tio era uma rotina, todo dezembro e julho lá ia eu pra cidade em que ele morava com a esposa e o filho. O tio Márcio era irmão do meu pai, que nessa época ainda era militar. Eram aproximadamente duas horas de viagem que eu ia com a maior animação, meu pai me deixava por lá e voltava pro trabalho. Cheguei por lá, vi a tia Julia e o Henrique, meu primo. O clima era quase fúnebre e eu não entendia muito o por que. Fui jogar bola com o Henrique, e quanto estavamos voltando escutava a Tia Julia gritar com Márcio. Pareciam estar passando uma fase difícil do relacionamento. Depois eles transariam e tudo bem, assim como acontecia comigo e com as minas que ficavam putas comigo quando descobriam as outras. As férias passaram rápido, e o que marcava cada dia que passava eram as brigas dos dois. Voltei para a cidade, e descobri pelo meu pai que provavelmente eles iriam se separar. O egoísmo só me fazia pensar: “caralho, e minhas férias?”.

O tempo passou, e sabia que o tio Marcio havia sido transferido para fora do Brasil. Ele era engenheiro dos bons e certamente ainda rodaria o mundo. Mandei uma mensagem pra ele pra saber como estava, e nessa ele me convidou para passar as férias em Lisboa. Já fiquei logo animado, e comecei os trâmites todos para esperar o meio do ano.

Chegou a época e tudo estava a todo vapor. Fiz uma escala em São Paulo, e fui direto pra lá. Meu tio me buscou no aeroporto e só de ver os caras no aeroporto já sabia que pelo menos uma mamada no banheiro eu ia dar por lá. Fui para a casa do Tio Marcio e ele morava sozinho, não tinha conhecido nenhuma mulher e a cara da casa era de solteiro, apesar de muito bem decorada. Ele logo me apresentou o quarto que eu ficaria, bem ao lado do dele e de frente para um banheiro com banheira, um tanto quanto convidativo.

Trocamos ideia no primeiro dia, falamos das mulheres que eles tinham fudido por lá, e já com 18 anos, eu tinha certa “relevancia” pra falar sobre sexo. Fiquei suave no primeiro dia e fomos dormir. No segundo dia, nada de especial aconteceu, conheci uns lugares na cidade pela manhã e meu tio foi trabalhar pela tarde. Vi que ele chegava por volta das 19h, e que provavelmente aquilo era uma rotina a se considerar do titio.

No dia seguinte acordei e ele não tava lá, tinha deixado um dinheiro pro café em cima da mesa, e me mandado uma mensagem falando que havia ido trabalhar mais cedo por que uma obra tinha dado algum problema. Caminhava de Samba-Canção pela casa e nem havia reparado que o tesão havia batido pela manhã, acordar de pau duro pra nós machos é habitual. Tomei café, assisti tv e ele mandou mensagem falando que só chegaria à noite. Que eu poderia pedir uma comida em um restaurante x, e dizer que era pra ele. Na parte da tarde o tesão começou à bater. Umas 15/16h liguei o notebook e comecei à assistir umas putarias.

Eu já tinha tocado umas pra uns colegas da escola e sabia que eu curtia pica, então comecei a ver uns pornês gays, e abri o bate-papo-uol, comecei a falar com uns cara, e nada demais, entrou uma mano que eu curti muito, que me chamou para tocar uma com ele. No meio da chamada, começou à dizer umas putarias e eu coloquei um fone para trocarmos melhor. O cara me pediu para mostrar o cu e eu aceitei, não tinha nenhuma ameaça do meu tio chegar, afinal ainda eram umas 17h, a porta estava aberta, afastei o notebook, e me empinei na cama. O cara pediu pra eu rebolar e meter um dedo no cu, e fim.

Num dado momento, só senti meu corpo sendo empurrado pra fora da cama, e alguem fechar rapidamente o computador. Meu tio havia chegado e eu nem havia sequer escutado a porta abrir. Quando dei por mim, só escutava ele gritar coisas do tipo: “seu viadinho do caralho” “vai se fuder” “nessa familia não tem espaço pra bicha não”, eu tentava explicar e ele se irritava ainda mais, “vou falar pro seu pai que ele tem filho boiola, ele vai querer prender você pra virar puta da cadeia toda” “macho não nesceu pra dar o cu” e eu chorava de medo, e ele se exaltava ainda mais “homem não chora não” e em uma dessas ele veio pra cima de mim. Eu tava de camiseta e sem nada embaixo, o pau que antes tava duro e melado, já nem dava mais sinal de vida.

Ele me jogou na cama, e começou a me dar tapas, eu tentava me defender e ele se irritava com isso.

Meu tio era um homem grande, parrudo, peludasso e com uma cara quadrada de macho. Ele era forte e tinha uma barba rala que fazia ele ficar com mais cara de bravo quando se irritava. Já dá pra imaginar o tamanho da mão. E eu nunca tinha percebido, só percebi quando ele me deu um tapa no rosto tão forte que eu cai na cama. Cai meio de costas e foi tempo suficiente pra ele começar a bater pelo meu corpo. Alguns dos tapas iam na bunda e aquilo inexplicavelmente começou a me deixar excitado. À medida que ele me batia, eu ganhava um tesão inexplicável. Percebendo isso, ele queria me matar. Tentei esconder, mas não deu. Ele pegou o meu pau junto com as bolas e começou a puxar, como quem quisesse rancar qualquer simbolo de virilidade que eu pudesse ter. A mão dele inevitavelmente passava pela minha virilha e do nada eu gozei. Sim, não sei se era um pré gozo, não sei se era mijo, mas algo caiu pelo braço dele, e isso foi o suficiente pra ele me deitar na cama e começar a dizer “isso que você gosta cadela, vou te mostrar como a gente trata viado lá na empresa”.

Tirou o cinto e amarrou minha mão, abaixou a calça e caiu de lá um cacete mole enorme. Esfregou ele na minha cara, com os pentelhos grudados de suor e disse “disso que você gosta? pau de macho fede, cadela” e fedia mesmo. Eu devia tá puto com aquilo, mas aquele cheiro me fazia delirar. Ele meteu a pica mole na minha boca e eu sentia ela endurecer dentro. Ele me deixava sem ar, mas não me deixava arregar. Sentia ânsia de vômito, mas ele não tava nem aí. Nessa ele começou a passar a mão na minha bunda sem muito critério. Meu cu ainda tava molhado do dedo que eu tava metendo. Então ele meteu um e logo em seguida dois. Eu sentia dor, mas eu tava curtindo muito, e soltei um “ahhh” de prazer. Foi o suficiente pra ele me jogar na cama, de costas pra ele.

Ele terminou de tirar a calça, e ouvia ele sentir dificuldade na hora de tirar a bota. Tirou a primeira e quando ouvi a segunda cair, o corpo dele veio sobre mim, a botinha estava na mão, e ele fechou ela no meu nariz. O chulé daquele macho tava show. Eu puxava o ar pelo nariz e mal conseguia soltar e já puxava outra vez. Saiu de cima e bateu com a botina na minha bunda algumas vezes. Mas eu já tava de pau duro outra vez. Ele pegou as meias e colocou no meu rosto, abri a boca pra respirar e então ele colocou pra dentro. Disse alto que era pra eu aprender a ser menina sem reclamar.

Depois disso, ficou um silêncio no quarto, ele saiu e voltou rápido. Senti algo gelado no cu, depois descobri que era manteiga. Foi o tempo de ouvir ele deixar sobre a mesa, e senti o peso dele todo em mim. Meus olhos encheram de agua, e meu cu encheu de pica. Tinha perdido o cabaço assim, com o meu tio.

Ele meteu, e voltou, e colocou e tirou o pau do meu cu umas três vezes. Nem tinha tempo pra acostumar com a dor. E quanto ele meteu outra vez já começou a bombar, bombava como um animal. A dor era inexplicável, mas também inexplicável foi como ela deixou de ser dor e virou prazer. Ele bombava cada vez mais forte e cada vez mais fundo. Em uma dessas, eu só senti o meu cu piscar, eu estava gozando sem nem ter encostado no pau. Eu tentava gritar com a meia na boca, mas só eram gemidos de tesão abafados. Ele percebeu isso no segundo jato e não sei se por prazer ou por ódio começou a meter sem parar, senti o pau engrossar, me deu um mata leão e enfiou o pau o mais fundo que conseguiu, e gozou. Eu nem tive tempo de me recuperar e já senti ele me puxando pelo cabelo, seguido de um puxão no braço.

Atravessamos o corredor, e cai na banheira. Meus braços ainda estavam pra trás.

Ele meteu o pau na minha boca. Senti um gosto de porra, misturado com manteiga e por fim um pouco de sangue.

Ele começou a falar bravo que vagabunda tomava banho de mijo. E senti um jato começar na boca. O pau tava quase na minha garganta, e não conseguia beber. Ele tirou o pau e começou a mijar de longe em mim. No fim, mijou mais na boca e me deu um tapa no rosto. E me deixou lá.

Via só o vulto dele de um lado pro outro. Ele havia se vestido, e tava com o celular e a carteira na mão, foi na pia, lavou o rosto, penteou o cabelo. Olhou pra mim e me desamarrou. Saiu sem falar nada. E só escutei a porta da sala batendo.

Eu levantei, olhei na procura dele e ele tinha saído.

Voltei para o banheiro e sorria no meio do medo dele contar pra familia.

Demorei muito no banho e sai. Foi quase o tempo de entrar no quarto e escuto a porta bater. Deve ter se passado uma hora. Foi ao quarto e pegou pelo braço e me levou até o seu quarto. Ele parecia muito bravo ainda e com o rosto bem próximo do meu disse “que se eu fosse ser puta pra macho, eu ia ser só em casa”, abriu uma gaveta com uma sacola e conteúdo sobre mim. Cairam algumas calcinhas. As mais brancas pareciam sujas. Esfregou uma delas no meu rosto e falou “o cheiro é pra você não esquecer do que a gente gosta na rua, mas em casa você enfia elas no rego, fragou?”

E saiu.

Aquele dia durante o jantar, ele falou de uma buceta que tinha comido dias antes de eu chegar. Fingiu que nada havia acontecido, mas quando eu levantei de short de mano, sem blusa, mas com o elastico de uma fio dental aparecendo, ele explicou como ia ser o resto das férias.

Nessas e outras a gente entende como gosta de ser tratado. Fuder buceta na rua e faxinar caceta de macho em casa.

Se curtiu, avalia ai pra incentivar à contar o resto. Digamos que com 10 avaliações a continuação sai. A escolha é sua: gozar ou não.

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